MP leva força-tarefa com 9 órgãos para combater incêndios no Parque Estadual GM, impedir novos focos e punir os responsáveis

A missão é composta por agentes do Ibama; PF; PM; Polícia Militar Ambiental; Comando de Fronteira do Exército; Sedam, Polícia Civil; Corpo de Bombeiros Militar e Politec, contando com grande aparato logístico e mais de 200 agentes

PORTO VELHO – Com a articulação do Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente, (Gaema), foi deflagrada na manhã deste domingo, 1°, a ‘operação temporã’, no Parque Estadual Guajará-Mirim. A Operação tem por finalidade combater o incêndio florestal que há mais de um mês consome a área do parque e suas imediações, além de buscar elementos para atribuir reponsabilidade criminal aos responsáveis pelo gravíssimo crime ambiental, que assola não só a região de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, mas também Porto Velho e outras cidades rondonienses impactadas pela fumaça tóxica.

A Operação foi deliberada pela Força Tarefa de Combate aos Incêndios florestais, criada para atender uma solicitação do MPRO, após reuniões com instituições diretamente ligadas à seara e forças de segurança do estado.

A missão é composta por agentes do Ibama; Polícia Federal; Polícia Militar; Polícia Militar Ambiental; Comando de Fronteira do Exército; Secretaria de Desenvolvimento Ambiental, Polícia Civil; Corpo de bombeiros Militar e Politec, contando com grande aparato logístico e mais de 200 agentes.

Maquinário flagrado danificando floresta no Parque Estadual Guajará-Mirim, em Rondônia — Foto: Divulgação

O nome “Temporã” refere-se, segundo os dicionários, àquilo que vem antes do tempo considerado normal, precoce, prematuro, ou seja, antes da chamada estação das chuvas.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI-MPRO)


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