Jovem que ajudou a mãe a enterrar corpo de rapaz no quintal vive drama: jurado de morte, luta contra o vício

Além da luta contra o vício, o garoto também tenta sobreviver, pois estaria jurado de morte

VILHENA – Mãe e filho que foram presos, no início do mês passado, acusados de enterrar o corpo de outro jovem dependente químico no quintal da casa onde moravam, foram soltos pela Justiça, mas vivem um drama: a mãe está morando de favor na casa de conhecidos que lhe amparam e o jovem tenta sobreviver, já que está jurado de morte, e sair do vício em crack.

A reportagem do jornal Folha do Sul on Line apurou que mãe e filho, presos em 1º de setembro, acusados de enterrar no quintal da casa em que moravam o corpo do jovem Gustavo Marçal (foto), que tinha 22 anos a época do crime, já estão em liberdade.

Enquanto isso, a ossada encontrada enterrada em cova rasa no quintal passará por exames de DNA.

Segundo o apurou site, o rapaz que auxiliou a mãe na tarefa macabra, está vivendo dentro de um prédio abandonado que serve de abrigo para outros usuários de drogas em Vilhena.

A mãe dele, também dependente de entorpecentes, mora de favor em residência de conhecidos, já que teria vendido a casa onde a ossada foi achada, e gastado o dinheiro em drogas.

Uma pessoa próxima garante que os dois suspeitos não mataram Marçal, que teria sido assassinado por integrantes de uma facção criminosa. A Polícia Civil não tem divulgado detalhes do crime, que teria sido motivado pelo comércio de entorpecentes, mas segue com as investigações.

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Quem conhece o jovem de 24 anos envolvido na ocultação do cadáver, crime pelo qual responderá junto com a própria mãe, diz que ele tem se esforçado para deixar o mundo das drogas, responsáveis pela ruína da família, e até andou frequentando uma denominação religiosa, mas sofreu várias recaídas.

Além da luta contra o vício, o garoto também tenta sobreviver, pois estaria jurado de morte, mesmo não tendo participado do homicídio supostamente ordenado pelo grupo criminoso, que já teria determinado outras ações violentas na maior cidade do Cone Sul de Rondônia.

Fonte: Folha do Sul on Line


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