CACOAL – No Brasil – do Oiapoque ao Chuí – funciona assim: para saúde e educação nunca tem dinheiro para fazer entregas dignas ao povo. Já para contratação de assessores aos montes e banquetes, aí nunca falta. Veja o presente caso que está acontecendo em Cacoal, onde o prefeito Adaílton Fúria, apesar de ainda não ter convencido autoridades e moradores sobre os custos de uma super festa, realizada recentemente com sorteios de picanha e PIX, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), volta a ser questionado nas redes sociais.
Desta vez, vai ter de justificar a necessidade de gastar quase um milhão de reais para a compra de guloseimas. A lista de quitutes inclui salgadinhos, bolos, lanches e outros.
Já pensou se ele se eleger Governador…

O processo nº 865/2025 no montante de R$ 935.420,12 vem à tona num momento em que usuários da saúde publica reclamam de falta de medicamentos e da precária situação da rede básica. Os questionamentos sobre as prioridades da gestão municipal demonstram a indignação dos cacoalenses com a falta de medicamentos na rede pública e até cadeiras de rodas no Centro Especializado em Reabilitação (CER). “Enquanto faltam remédios, a prefeitura quer gastar uma fortuna com salgadinhos”, publicou um morador em um comentário.
O processo já está homologado e pronto para ser usado a partir de quarta-feira (21). Na imprensa local, o prefeito justificou que o valor é global para quatro anos, mesmo assim, não convenceu grande parte da população que vem cobrando posição de órgãos fiscalizadores.

Como em 2026 haverá eleições, lideranças de Cacoal questionam a possibilidade do uso dos salgadinhos de forma a impactar o cenário político. O prefeito de Cacoal figura entre os pretendentes a disputar o governo estadual nas próximas eleições.
A repercussão é tão negativa que Adailton Fúria alegou que vai pedir a redução da compra para R$ 300 mil.
www.expressaorondonia.com.br, com texto do rondoniaovivo.com









