PORTO VELHO – A superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Rondônia se manifesta em nota sobre a área onde ocorreu a execução de seis pessoas, nesta segunda-feira, 3, e esclarece algumas informações equivocadas que vinham sendo divulgadas sobre aquele imóvel rural. De acordo com a nota, não se trata de assentamento legalizado, mas de uma fazenda ‘Norbrasil/Arco-íris’ com mais de 30 mil hectares, alvo de disputa de posseiros e com laudo agronômico favorável à desapropriação e posterior implantação de um assentamento rural de reforma agrária.
A Nota do Incra não informa, no entanto, quais as providências que o órgão vem adotando para acelerar o processo de desapropriação, que poderia ser uma contribuição para diminuir a tensão e violência que impera naquela região há mais de uma década.
Confira, na íntegra, a nota do Incra

Nota de Esclarecimento
Fazenda Norbrasil/Arcoíris
A superintendência regional do Incra em Rondônia esclarece que a área onde foram encontradas, segundo a Polícia Militar de Rondônia, seis pessoas mortas na manhã de segunda-feira (3), não se trata de assentamento do Incra, conforme o noticiário, mas do acampamento de trabalhadores rurais sem-terra ‘Tiago Campin dos Santos’, na zona rural de Porto Velho, localizado na fazenda Norbrasil/Arco-íris, uma área com possibilidade de desapropriação para fins de reforma agrária e posterior criação de assentamento rural.
O imóvel rural Fazenda Norbrasil/Arco-íris, com 32.804,81 hectares, foi vistoriado e analisado sob a perspectiva de desapropriação para se criar projeto de assentamento convencional destinado a cerca de 600 famílias. De acordo com o laudo agronômico, “existe total viabilidade na geração de renda que permita o desenvolvimento sustentável do Projeto de Assentamento a ser criado no referido imóvel”.
Porto Velho, 04 de março de 2025.
Luís Flávio Carvalho Ribeiro
Superintendente Regional do Incra/RO
Fonte: www.expressaorondonia.com.br









