CHUPINGUAIA – A morte de um bebê de apenas 1 ano e 5 meses, cujo corpo foi velado e sepultado na cidade de Chupinguaia no domingo, 15, virou caso de polícia e deixou a família desolada. Assim que o garoto começou a passar mal, a família o levou a um posto de atendimento médico no distrito de Guaporé, no município de Chupinguaia, depois em outro médica na cidade e, por fim, ele foi transferido para Vilhena, de onde foi transferido para o hospital regional de Cacoal, onde faleceu.
A família levou o caso ao Ministério Público e a situação já está sendo investigada pela Polícia Civil.

A reportagem do jornal Folha do Sul on Line conversou com uma pessoa próxima à família do pequeno Anthony, que começou a passar mal na noite da segunda para terça-feira, dias 8 e 9, e foi levado para receber atendimento médico inicialmente no distrito do Guaporé, uma vila na BR-364 na metade do caminho entre Pimenta Bueno e Vilhena.
Os familiares do menino explicaram ao médico que ele estava com os joelhos inchados e o médico prescreveu um medicamento para dor. Segundo os parentes do garotinho, o médico teria dito que aquele problema era normal na fase de crescimento.
Horas mais tarde, sem apresentar melhoras, o menino foi atendido por outro médico, desta vez na cidade de Chupinguaia. Novamente ele foi mandado para casa com a prescrição do medicamento que deveria tomar. Quando a situação aparentou piorar, o pequeno paciente foi levado novamente para Chupinguaia.
A médica que o atendeu também não diagnosticar nenhuma gravidade na situação e, a essa altura, Antony já não conseguindo urinar. Na sequência foi feito um exame de sangue, que constatou uma forte infecção.
Levado a UPA de Vilhena pela própria família em um veículo particular, o bebê foi transferido para o Hospital Regional na quinta-feira, 12.
Ao perceber que o caso era grave, os médicos do Regional recomendaram a transferência de Antony para Cacoal, onde ele foi intubada.
No início da noite de sábado, 14, Anthony faleceu no Hospital Regional de Cacoal. No atestado de óbito, constam como causas do falecimento, pneumonia, artrite e falência dos rins.
Além de denunciar no MP o que considera “falha de conduta” dos três primeiros médicos que lidaram com o caso em Chupinguaia, a família do menino já contratou advogado e pretende levar o caso à justiça.
Fonte: Da redação da Folha do Sul









