RONDÔNIA – O Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos (Singeperon) se manifestou nesta segunda-feira (05) pedindo ao Governo de Rondônia tratamento igualitário aos servidores da segurança pública, se referindo à imunização contra a Covid-19 iniciada no sábado (3), que deixou de fora os grupos da Polícia Penal que estão na linha de frente nessa pandemia. A entidade também reivindica prioridade na vacinação de servidores do Sistema Socioeducativo.
O Singeperon lembra que o Estado de Rondônia foi orientado pelo Ministério da Saúde, por meio de nota técnica expedida no último dia 31, a vacinar os servidores da segurança pública, que inclui a Polícia Penal, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar. Sendo que, neste primeiro momento, deveriam ser atendidos os grupos que estão diretamente envolvidos nas ações de combate à Covid-19.“Eles estão presencialmente nos presídios, transportando presos de um município para outro, e para atendimento hospitalar, trabalhando em ambientes altamente insalubres e vulneráveis para a contaminação e disseminação do vírus. A mesma situação é a dos agentes de segurança socioeducativos, que também trabalham em contato direto com pessoas”, ressaltou Daihane.
– Paraná com 5 óbitos;
– Rio de Janeiro e Bahia com 4 óbitos;
– Tocantins e Santa Catarina com 3 óbitos.
Na semana passada, em 28 de março, morreram dois policiais penais nesse mesmo dia, vítimas da Covid-19. Sidney Nogueira Correia, de 56 anos, e Richard Carneiro Valência, de 42 anos. Um dos primeiros a morrer desde o início da pandemia foi Thiago Alfaia Santos, aos 41 anos. Ele estava atuando na linha de frente. Pertencia ao Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), que age nas diversas situações, como escoltas, recaptura de presos, contenção de motins e rebeliões.










