PORTO VELHO – Devassa na corte – É dureza, é cruel, mas é preciso falar disso: Primeiro foram as moças altas e alvas do jetset dizem uns ou do job mundial, dizem outros, exibindo tudo menos os rostos cobertos com capacetes para suas excelências peladas, em fila, com seus bigolins burocráticos, tristes, flácidos, levantarem os capacetes para escolher a que o tiraria da fila da dignidade perdida quando Vorcaro comprou a exposição da nudez oficial na “Noite das astronautas”. E vieram as mensagens pelo zap de Vivi de Moraes na madrugada, explicitando o teor do pseudo “contrato” de R$129 milhões, tão sigiloso que até a sua banca familiar formada por filhos e o marido, o Suprassumo do Suco Democrático, Sêo AMoraes, não conseguem ou se recusam a explicar a razão, o porquê, ou para que.

Vieram as minutas e postagens do publicitário Thiago Miranda sócio do brilhante jornalista de vidas e fofocas das estrelas, o respeitável Leo Lins, prestando um serviço relevante de comprar a peso de ouro o silêncio ou tratamento não comprometedor do Banco Master pelos colunistas d’O Globo, Malu Gaspar e Lauro Jardim. E assim foram estes dias com a indústria dos vazamentos brazuka operando a full contra a turma do mal. Mas nada mudou. Diria a comediante, “cada mergulho (no esgoto) é um flash”. Nem fumaça no STF sobre o super-hiper-master contrato de dona Vivi, Xandão e banca. Nada. Os ministros com cara de paisagem olham o Paranoá e a imprensa anseia por outro dia sem coragem de falar de ontem. Nada de devassar a corte. Nada de investigar suspeitos. Nada de suspeitar de excelências. Mas algo está mudando. Está ficando tudo azul na América do Sul.
Bate cabeça irmão, bate cabeça
O Laranjão pôs seus ninjas atrás de lavanderias de brazukas, atuando “Nuzêua” e achou o casal Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira vivendo no Brasil, mas fazendo estripulias na Califórnia, com grana que dava para bombardear o Irã de novo. De imediato a sanção e bateram a real para nossa PF e já entregando o desejável mandado de prisão. Manda quem pode e obedece até quem não tem juízo mas aí o grozópi engrupiu.

O mundo está careca de saber que aqui não há terrorismo e sim facções sem religião e ideologia, com diz o super-hiper-mega-blaster Lula e foi aí que o Brasil espatifou-se no muro. Primeiro ao desmentir “UZeua” e depois prendendo como foi mandado. Zé de Nana diz que “cachorro com dois donos morre de fome”. A PF pegou Stela, mas o China vazou pois “Uzêua” teria erado ao publicar seu nome dando a senha para fuga. A Quilomblocada diz “bate cabeça irmão pra não ficar zureta”. A peitica do Lulex com Trump travou o humor “Duzêua” e o Brasil perde. E contra “Uzêua” quem ganha?
A utilidade do dedo
O Gaúcho da Fronteira, um Xiru cheio das manhas lançou em 1980 “A Utilidade do Dedo”. A música é uma sátira sobre os dedos e as funções foi sucesso. Nada sobre dedo médio ou o do meio de má fama no Brasil por ser substituto de frase obscena ou palavrão e que por óbvio não deve ou não deveria ser usado em público, muito menos por autoridades, mas sabemos que o Brasil de hoje difere muito dos anos 80 por diversos aspectos, inclusive pelos dirigentes.

É uma escalada. Lá atrás Mr. Democracy, AMoraes, emputecido com um torcedor num jogo de futebol deu “um cotôco” e pintou a zoeira. Agora foi o super-hiper-mega-blaster Lulex berrando “o nós contra eles” e para agradar os pobres deu “cotoco” para os ricos – ele é rico – e um palavrão no fim. Entendo o Lulex, alguém sempre fala que ele só tem 9 dedos e ele mudo. O mindinho falta, mas o do meio “tá aqui ó”. Até para as pesquisas.
Aparício Carvalho entra no mercado de comunicação
O Grupo Aparício Carvalho investe e amplia sua presença e negócios adquirindo a na área de educação a Fanorte de Cacoal e na área de comunicação após negociar com a família do ex-senador Odacir Soares, o médico, político e Reitor do Centro Universitário Aparício Carvalho-FIMCA e Faculdade Metropolitana adquiriu a Rádio Rôndonia, uma rede de oito emissoras distribuídas no estado de Rondônia. O lance estratégico reforça a conhecida, confiável e sólida marca. E em breve o Grupo deve lançar a TV em fase final de operação no canal 10, Porto Velho com a programação local.

Aparício Carvalho preside desde 2024 o Republicanos coroando sua carreira política iniciada em Porto Velho como vereador (1989-1992), depois deputado federal (1993-1995) e vice-governador (1995-1999). A entrada do grupo revela um componente relevante para a comunicação estadual. Empresários de outros estados vinham adquirindo empresas do setor talvez sem o compromisso de atuar em prol de nossas demandas. A Rádio Rondônia tem na sua programação a marca e a história que se confunde com o próprio estado. A negociação financeira além do valor de vulto, contempla o respeito pelo valor histórico da Rádio Rondônia.
Saída de presos no Piauí. Se a moda pega…
Rafael Fonteles, governador do PT no Piauí, criou uma lei que reserva empregos nas empresas contratadas pelo estado e assim, presos que cumpriram a pena ou os que cumprem no regime aberto e semiaberto possam ter seu trampo garantido. A oposição subiu a serra fedendo a carbureto e acusando o Rafael de agir em ano eleitoral criando benefícios – além dos existentes – a bandidos, em detrimento de cidadãos sem antecedentes.

O caso é no Piauí, mas já repercutiu em Alagoas, São Paulo, Sergipe, Rio Grande do Sul e vai como rastilho. O deputado federal gaúcho Sanderson chiou: “Em vez de focar em políticas robustas de segurança pública e no apoio às vítimas da violência, o governo premia o que viola a lei. Garantir vagas de emprego exclusivas para detentos, sem um critério similar para jovens na busca do primeiro emprego honesto, é deboche e isso somente alimenta a sensação de impunidade”. Em São Paulo diz o Cel. Tadeu: “O Governo do Piauí criou o maior absurdo: a cota para quem cometeu crimes. O recado é claro e assustador: cometa um delito, cumpra a pena e garanta seu emprego na saída. E o cidadão honesto?” Clicando aqui você vê a vergonhosa lei, indecente, insana, nua e crua.
Fim de papo…
A seleção brasileira foi muito além do previsto. Talvez o caso tenha sido Ancelotti mascando chiclete sabor morango. Tinha de ser hortelã verde. Mas convenhamos que perder pênalti na copa é imperdoável. E atenção casais que esperam um bebê esqueçam o nome Bruno. Troca por Sebastião, Epitácio, Matusalém ou um nome bíblico para dar sorte. Agora é hora de voltar para o Brasil.

A seleção vem buiada, joiada e mascando chiclete como o Mister. É o fim da treta com Neymar, que cobrou seu pênalti e fez, fim do sonho do hexa e troca de figurinha. A troca é agora é dos nomes das tranqueiras da velha política no Congresso, Presidência, Governo do Estado e Assembleia Legislativa onde existem mais pernas de pau que na seleção. É hora de tirar no voto e no pontapé, a velharia corrupta. Vamos! Renovar é preciso!









