Noites caóticas nas UPAs da capital, com surto de gripe e aumento dos casos da variante ômicron

PORTO VELHO (19-01) – Com o surto de gripe que assola a capital, agora somado ao alto índice de casos de covid da variante ômicron, as noites têm sido de caos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), principalmente na policlínica Ana Adelaide, uma das mais movimentadas da capital. Ai, pessoas cujo teste deu positivo para a covid se misturam com os demais que buscam fazer o teste. 

Uma pessoa, que não quis se identificar, relatou à reportagem do expressaorondonia, que está à espera desde ontem, 11 da manhã e que na unidade tem apenas um médico para atender. Outro relatou que aguarda também desde ontem, 15 horas e até agora não conseguiu ser atendido.

Segundo os pacientes,  o médico que estava de plantão, às 23h se ausentou e até às 23h40 não havia retornado. Muitas pessoas estão desistindo e buscando atendimento em outros postos.

Ainda de acordo com o cidadão, a propaganda de que nos postos está havendo testes rápidos, não condiz com a realidade, pois os testes são limitados a 30 por dia. “E a tendência é aumentar, pois nas unidades de saúde, todos estão misturados. Desta forma a pandemia vai aumentar.

Um leitor do site www.expressaorondonia.com.br fez contato com o jornalista Carlos Araújo e contou que ficou até às  4 horas da manhã. “A médica receitou Plasil, Koide-D e dipirona. Não pediu exame nenhum. Relatei minhas queixas e ele ignorou solenemente meu pedido pra fazer raio-x, alegando que não havia necessidade, inclusive liguei para o 190 para denunciar o descaso”, disse.

www.expressaorondonia.com.br



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