VILHENA RO – O município de Vilhena tem se notabilizado nos últimos anos pela capacidade de seus políticos em se envolverem em atos de corrupção. Tem um ex-prefeito, José Rover, condenado e respondendo a processo e vários vereadores foram afastados do cargo por determinação Justiça, depois de ficar comprovado suas participações em vários casos de corrupção.
Eleitos para defender o interesse da população, esses vereadores se afastaram destes objetivos e, mesmo cassados ou afastados da função, ainda reivindicam na Justiça o direito de receber salários.
A Justiça, no entanto, não vem dando guarida a estes pedidos.
O desembargador Roosevelt Queiroz Costa, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ/RO) negou, esta semana, pedido dos vereadores Wanderlei Graebin (PSC), Júnior Donadon (PSD) e Carmozino Alves (PSDC) de Vilhena que queriam receber salários retroativos desde a data em que foram cassados após serem investigados por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).
Os três foram à Justiça alegando terem direito à remuneração, após conseguirem anular a CPI que cassou os mandatos deles em 2017. Os vereadores haviam sido reeleitos no ano anterior. Caso os salários retroativos referentes a dois anos e meio de mandato dos parlamentares fossem concedidos, eles embolsariam mais de R$ 700 mil, incluindo o 13º.
Atualmente, além de remunerar os 11 vereadores atuantes, o Legislativo do município paga os salários de outros dois, afastados por determinação da Justiça: o próprio Wnaderlei Graebin e Marcos Cabeludo (PHS), investigados por outra CPI.
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Fonte: Com informações da Folha do Sul On Line









