VILHENA – A merendeira Maria Aparecida Silva, 64 anos, que faz bolos e salgados para complementar a renda, vive um infortúnio há um mês, quando caiu e quebrou o braço durante o trabalho na casa de um cliente. Ele foi levada ao hospital, foi constatada a fratura no braço, mas até o momento não conseguiu passar por uma cirurgia de média complexidade.
Uma filha da servidora diz que um amigo da família ouviu de médicos vilhenenses que a cirurgia que ela precisa não é feita no HRV, ou seja, a paciente terá que ser transferida para o hospital de outra cidade.

“Disseram que a cirurgia já foi liberada, mas até agora não apareceu nenhum leito em outro município onde o procedimento é feito. Além da demora, há várias pessoas na mesma situação, em Vilhena, aguardando a transferência”, desabafa a denunciante.
Um familiar da aposentada Maria Aparecida Silva, que completa 64 amanhã, entrou em contato com o Folha do Sul on Line para denunciar o fato de que, após um acidente, no qual fraturou o braço próximo ao ombro, ela está aguardando cirurgia há quase um mês.

Foi justamente na casa de uma cliente, onde tinha ido fritar salgados para uma festa, que ela caiu e sofreu a fratura. Levada para o Hospital Regional de Vilhena, ela está, desde o dia 9 de maio, ouvindo “desculpas” para não ser operada.
Paranaense que chegou em Cerejeiras no final dos anos 1970, e de lá veio para Vilhena mais de 35 anos atrás, Aparecida trabalhou com merendeira em várias escolas da rede estadual. Paralelo a isso, fazia bolos e salgados para complementar a renda.
Fonte: Da redação da Folha do Sul









