GIRO DE NOTÍCIAS – Um rápido olhar

PORTO VELHO – Duas entidades representativas dos médicos bem que poderiam dar um bom exemplo e até servir de incentivo a que outras sigam o mesmo caminho. Tanto o Conselho Regional de Medicina quanto o Sindicatos dos Médicos de Rondônia podem contribuir, e muito, para acabar coma propalada notícia de que por falta de médicos muitos leitos de UTI não estão sendo utilizados em Rondônia, e a solução para isso pode ser bem simples, dependendo apenas do exercício de uma palavra que muitos falam, mas que poucos se dispõem mesmo à prática.

VOLUNTARIADO

A ideia, que já vem sendo discutida entre alguns médicos, é bem simples: a categoria se disporia da dar duas horas de trabalho por semana, de forma gratuita, para fazer uma espécie de plantões nos locais onde prefeitura e governo alegam faltar médicos e, além do voluntariado e do exemplo de cidadania, também estariam dando um imenso exemplo de solidariedade humana o que, sem qualquer dúvida, é parte do juramento de Hipócrates, que cada um desses profissionais fez durante a diplomação.

CAIXA

Para facilitar o acesso aos serviços que envolvem o DPVAT, a Caixa Econômica Federal lançou um aplicativo destinado ao seguro, bastando que o interessado pesquise “DPVAT CAIXA” nas lojas de aplicativos de cada plataforma, pela qual o usuário pode dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas diretamente à Caixa, sendo possível também enviar documentos e acompanhar o pedido de indenização. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente pelos sistemas Android e Ios, mas é necessário fazer um cadastro no login Caixa. Se a pessoa já tiver cadastro em outros aplicativos da Caixa, como Habitação, FGTS e Caixa Tem, a senha de acesso é a mesma.

JOGOS OLÍMPICOS

Autoridades olímpicas divulgaram nesta quarta-feira (3) a primeira das muitas regras anti-covid-19 dos Jogos de Tóquio, proibindo brados e cantos durante os eventos e obrigando os participantes a usarem máscaras “o tempo todo”, menos para comer, dormir ou ao ar livre. As medidas, que também incluem regras que proíbem autoridades e equipes de federações internacionais de usarem o transporte público sem permissão, dificilmente acalmarão o público japonês, receoso e cada vez mais resistente a sediar a Olimpíada durante uma pandemia global. Autoridades admitiram que os Jogos de Verão em Tóquio serão “diferentes” de qualquer Olimpíada anterior, mas reiteraram que conseguirão realizar o evento adiado com segurança neste ano. (agenciabrasil.ebc.com.br)

SATÉLITE “AMAZÔNIA-I”

O satélite Amazônia-1, o primeiro de observação da Terra projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil, será lançado no dia 28 de fevereiro, à 1h54 (horário de Brasília). O Amazônia-1 será lançado na missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO), às 10h24 (horário da Índia). O satélite faz parte da chamada Missão Amazônia, criada para fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica. A missão também vai monitorar a agricultura em todo o território nacional com alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes. A vida útil do Amazônia-1 é de quatro anos. A missão ainda prevê o lançamento de mais dois satélites, o Amazônia-1B e o Amazônia-2.

MISSÃO

Esse será o terceiro satélite brasileiro de sensoriamento remoto em operação junto ao CBERS-4 e ao CBERS-4A. Esses dois últimos foram desenvolvidos pelo Brasil em parceria com a China. O Amazônia-1 tem seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas. Trata-se de um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que gerará imagens do planeta a cada cinco dias. Ele é capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km, com 64 metros de resolução. “A Missão Amazônia irá consolidar o conhecimento do Brasil no desenvolvimento integral de uma missão espacial utilizando satélites estabilizados em três eixos, visto que os satélites de sensoriamento remoto anteriores foram desenvolvidos em cooperação com outros países”, afirmou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em nota.

 

 

 

Por: JL albuquerque



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