PORTO VELHO – Há muito que o feriado da independência não provocava tanto frisson na população. A expectativa e a preparação para os atos deste 7 de setembro mobilizaram gente de Norte a Sul do Brasil. Os mais afoitos nem dormiram, tamanho a adrenalina.
Em Porto Velho, onde estão previstos atos em defesa da Constituição e do presidente Jair Bolsonaro e a passeata denominada ‘Grito dos Excluídos”, coordenado pela igreja católica e que deverá ser ampliada por movimentos de outros grupos de esquerda.
Local previsto para o encerramento de uma carreata que começará na entrada de Porto Velho, nas proximidades da sede da Embrapa, o Espaço Alternativo começou a receber bandeiras, carros de som, trio elétrico e outros preparativos logo nas primeiras horas do dia.

Durante a manhã, enquanto os adeptos da caminhada utilizavam a pista no sentido aeroporto-centro, uma equipe da Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran) trabalhava na organização do trânsito.
Viaturas da Polícia Militar já começavam a estacionar no Espaço alternativo, onde está prevista apenas a concentração de militantes que apoiam o presidente Jair Bolsonaro.
Desde as primeiras horas, vendedores de bandeiras do Brasil de todos os tamanhos montavam suas bancas ou transitava oferecendo seus apetrechos de manifestação.

Já a manifestação do ‘Grito dos Excluídos’ está prevista para se concentrar a partir das 16 horas e, frente ao CPA (Centro Político administrativo de Rondônia), onde fica o Palácio do Governo do Estado e, de lá, deve sair em passeata, com previsão de paradas e manifestações em frentes aos prédios do Poder Legislativo e do Poder Judiciário
Ao falar na “coletiva de imprensa sobre o Grito dos Excluídos!”, na sexta-feira, o arcebispo de Porto Velho, dom Roque Paloschi convocou a participação dos cristãos na mobilização.
Ele pediu para os participantes levarem faixas e cartazes mostrando preços de produtos e críticas ao atual governo federal.









