
PORTO VELHO – Para que serve uma pesquisa eleitoral? Tem várias serventias dependendo do contratador, que pode ser um candidato, um partido político (nos dois casos os resultados podem redirecionar as campanhas) serve à própria empresa que faz o trabalho, investidores, governos (para medir o grau de influência que o próprio governo possa ter numa campanha”). Há muitas serventias.
Há vários tipos de “pesquisa eleitoral”, a mais conhecida é a da “intenção de voto”, a “estimulada”, a de “rejeição”, a “espontânea” e outras.
Pesquisas apontavam vitória de Maurício Calixto em 1986. Perdeu!
Nesta segunda-feira fui comprar algumas coisas cá para casa, pensando a razão pela qual a inflação está só 4% e o meu bolso todo mês mostra que tudo subiu mais de 4%, pois é: foi aí que um cidadão me parou dizendo que lê os meus escritos e fez duas perguntas1) se dá para confiar em pesquisa eleitoral e 2) que caso concreto que eu tenho sobre o que escrevi no artigo do último dia 8 (“As pesquisas e a “voz das ruas”).

Em 1978 o ex-prefeito Odacir Soares era apontado em todas esquinas como “deputado eleito”, mas perdeu. 2024 – No 1º turno Mariana Carvalho recebeu 44,53% dos votos (111.329 votos) e Leo Moraes 64.125 votos (25,65%). Mariana foi ao returno, conforme pesquisas, “cumprir tabela”. Perdeu. 1998 – Em pesquisas e na Imprensa o governador Valdir Raupp já estava reeleito. José Bianco, citado como 5º entre 6 postulantes, ganhou turno e returno. 1994 – Pesquisas fartamente apontavam a vitória fácil de Chiquilito Erse ao Governo. Valdir Raupp foi o eleito. 1986 – O jornalista Maurício Calixto já era, conforme o jornal O Estadão, deputado eleito. E Chiquilito Erse, na opinião generalizada, já era senador. Os dois perderam.
Quem quiser mais “casos concretos” os tenho por aqui.
Lúcio Albuquerque – (69) 99910 8325









