Rondônia, quinta-feira, 11 de agosto de 2022, às 11:36





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Eleições 2022 – Promotores eleitorais se reúnem com delegados da Polícia Federal para afinar atuação no pleito de outubro

A atuação conjunta promoverá mais celeridade no tempo de tramitação dos inquéritos, diminuindo assim o tempo das demandas e promovendo uma investigação mais ágil e eficiente

PORTO VELHO – A convite do coordenador do núcleo de apoio eleitoral (Nuape) do Ministério Público de Rondônia, promotor de Justiça Glauco Maldonado Martins, foi realizada uma reunião no edifício-sede do MP em Porto Velho nesta sexta-feira, 24, com membros da capital designados a atuar no pleito deste ano e delegados da Polícia Federal.

A primeira intenção da reunião, segundo o coordenador do Nuape, foi a apresentação formal entre os promotores eleitorais e os delegados responsáveis pelas investigações de crimes da mesma natureza da Superintendência da PF em Porto Velho.

A pauta debateu, por exemplo, soluções para alguns problemas técnicos que existem na tramitação dos inquéritos eleitorais entre o MP e a PF, instituições responsáveis por atuar na persecução penal em relação aos crimes eleitorais.

A resolução desta questão promoverá mais celeridade no tempo de tramitação dos inquéritos, diminuindo assim o tempo das demandas e promovendo uma investigação mais ágil e eficiente. “A comunicação direta entre Promotores e Delegados, a integração e o intercâmbio são fundamentais nesse período em que as instituições precisam ficar mais vigilantes”, ponderou o coordenador do Núcleo de Apoio Eleitoral.

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Além do coordenador, participaram da reunião os Promotores de Justiça Eleitorais, Edna Capeli da Silva Oliveira; Flávia Shimizu Mazzini; Alexandre Corbacho e Jesualdo Eurípedes Leiva de Faria. Pela Polícia Federal, estavam presentes os Delegados Marcelo Toledo e Gabriel Fuchs.

Vale ressaltar que nas eleições gerais e presidenciais de 2022 o protagonismo para investigação de crimes eleitorais sem prerrogativa de foro é do Ministério Público Estadual, por seu Promotor Eleitoral no primeiro grau, enquanto o protagonismo para investigação de ilícito cível-eleitoral nas referidas eleições cabe à Procuradoria-Regional Eleitoral do Ministério Público Federal.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI – MPRO)

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