VILHENA – Eram seis, viraram quatro e agora são só dois. A ex-prefeita Rosani Donadon e o delegado da Polícia Federal, Flori Miranda, foram os sobreviventes entre as candidaturas que vão disputar a Prefeitura de Vilhena, na eleição suplementar do próximo dia 30, quando os eleitores da cidade votarão no Presidente, no Governador para um mandato de quatro anos, mas também no prefeito da cidade para os próximos dois anos.

Houve ainda uma tentativa da coligação liderada por Rosani, para impugnar a candidatura do delegado, mas a Justiça Eleitoral não acatou e os dois devem ir à reta final da disputa.
Quando foi confirmada a cassação do prefeito Eduardo Japonês, por abuso do poder econômico, vários nomes começaram a surgir na cidade, interessados em concluírem o atual mandato e ficarem aptos a uma reeleição. Mas eles foram ficando pelo caminho, por várias circunstâncias. Uma delas foi o pouco tempo de mandato, alegado por um dos que desistiu.
Agora, a duas semanas da decisão, os vilhenenses vão optar se querem uma representante da poderosa família Donadon novamente comandando a Prefeitura ou se vão optar por um nome novo na política do Cone Sul.
Com informações do blog opiniaodeprimeira




