
PORTO VELHO – 10.3.25 – BOM DIA! RONDÔNIA: 1904 – Pelo decreto-lei 5.161, o presidente Rodrigues Alves autoriza a construção da ferrovia Madeira-Mamoré. 1954 – O governo do Território inspeciona todos os barcos que chegam a Porto Velho, e num deles, no vapor “Cuiabá”, são muitos os passageiros com portadores de caxumba, coqueluche etc. 1976 – O juiz Cesar Montenegro preventiva os acusados da morte do comerciante Raimundo Ripardo: a viúva Zenir Goraieb, sua suposta “namorada” Celina Camacho e o ex-policial Abelardo Silva.
1983 – A prelazia de Ji-Paraná, criada em 1978, passa ser Diocese com novo bispo, D. Antonio Possamai, em lugar de D. José Martins da Silva, nomeado o 1º arcebispo de Porto Velho.
1990 – Eleitores de 21 localidades votarão na consulta do TRE, sobre as propostas de passarem a municípios, mas há resistências internas contra a elevação.
HOJE É
• Dia do Telefone. Dia Mundial do Sedentarismo. Dia do Sogro. Dia das Sociedades de Amigos de Bairros. Dia Internacional das Perucas. Dia Internacional da Gaita de Foles.
• Católicos celebram São João Ogilvie, Santos 40 Mártires de Sebaste, São Simplício, São Macário o Grande, Metodistas lembram Harriet Tubman.
BRASIL
1876 – Na Feira Centenária dos EUA, o imperador D. Pedro II é o primeiro a usar um aparelho telefônico, invenção de Alexander Ghahan Bell. 1944 — Nasce Paulo Sérgio (+ 1980), cantor e compositor brasileiro, música mais conhecida “A última canção”.
MUNDO
1831 — A Legião Estrangeira Francesa é criada pelo rei Luís Filipe. 2006 – Descoberta a terceira catarata mais alta do mundo em Chachapoyas no Peru.
FOTO DO DIA
(F. Delegações de Brasil e Bolívia. Acervo da Fundação Elias MansourAC)
A HORA DA FERROVIA
Condição estabelecida pelo Tratado de Petrópolis, pelo qual a Bolívia cedeu as terras do, hoje, Estado do Acre, em 1904, pelo decreto-lei 5.161, o presidente Rodrigues Alves autorizou a construção da ferrovia Madeira-Mamoré, margeando o Rio Madeira.
O decreto permitiu ao Brasil botar em prática o que se tentara duas vezes antes, sem qualquer documento acordado entre os dois lados, e que faliram por motivos vários.
Com certeza o Barão do Rio Branco, que chefiou a delegação brasileira (também pelo Brasil assinou o diplomata Assis Brasil), e, pela Bolívia os diplomatas Fernando Guachalla e Cláudio Pinilla, nem pensaram que estavam plantando uma nova história.
Uma história da qual participou o Peru, em pequena dosagem, mas que gerou reclamações do lado brasileiro, relativa à soma de obrigações pagas pelo Brasil (*), surgindo então uma nova figura no país verde-amarelo, a do Território, o Acre, ainda no mesmo ano de 1904.
Lúcio Albuquerque – 69 99910 8325










