PORTO VELHO – Preso há 15 dias acusado de molestar mulheres durante consultas clínicas e também na igreja onde era pastor, o psicólogo, pastor, palestrante e político Aluízio Vidal foi denuncio à Justiça, nesta segunda-feira, 29, pelo Ministério Público. O processo contra Aluízio Vidal corre em segredo de Justiça e a reportagem deste www.expressaorondonia.com.br tentou descobrir por quais crimes e por quantos crimes ele fora denunciado, mas conseguiu a informação.
A prisão e o número de acusação de possíveis vítimas do pastor Aluízio Vidal provocam enorme desgaste à imagem e na reputação dos psicólogos e dos pastores.
A Promotoria de Justiça de Violência Doméstica da Capital, ofereceu à Justiça, nesta segunda-feira, 28, denúncia contra o psicólogo e pastor Aluízio Vidal, investigado e preso acusado de crimes sexuais praticados contra mulheres que frequentavam o espaço religioso e também eram atendidas por ele em consultas psicológicas. Pastor Aluízio está preso desde o dia 15 deste mês.
Ele foi denunciado por várias mulheres e, depois de acumular várias provas produzidas pelas mulheres assediadas por ele foi preso dia 15 último e surpreendeu a sociedade portovelhense, dada sua reputação de homem íntegro.
Investigação
Segundo as apurações, o investigado teria se aproveitado da posição de liderança religiosa e da condição de psicólogo para atacar as vítimas.
Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público para relatar situações de abuso.
As declarações contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.
Atendimento às vítimas
As mulheres também foram atendidas pelo núcleo de assistência às vítimas (Navit), do Ministério Público estadual. No local, elas também receberam acolhimento, foram ouvidas e tiveram acesso a acompanhamento psicológico.
O atendimento busca oferecer suporte às vítimas durante o andamento do caso. As medidas adotadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil tiveram prosseguimento até a apresentação da denúncia à Justiça.
Fonte: Com informações da gerência de comunicação integrada (GCI-MPRO)








