Empresário está preso, suspeito de participar do assassinato da própria irmã, em Machadinho do Oeste

Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos, foi encontrada morta, em março deste ano, com as mãos e pernas amarradas, olhos vendados e diversas perfurações pelo corpo

JARU – Um empresário desta cidade de iniciais J. V. está preso acusado de participação na morte da própria irmã, durante um latrocínio em março deste ano, na cidade de Machadinho do Oeste. A prisão ocorreu em cumprimento a uma ordem judicial expedida pelo Juízo da comarca de Machadinho do Oeste e não foram divulgadas detalhes de como a investigação chegou à conclusão da suposta participação de J. V.

Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos era servidora pública e trabalhava no hospital de Machadinho do Oeste, cidade para onde se mudou.

Este www.expressaorondonia.com.br conseguiu a foto do empresário, mas como ele ainda é só um acusado, optou por ainda divulgar a imagem dele.

No dia 18 de março deste ano, Poliana foi encontrada morta dentro de sua residência, na região central de Machadinho do Oeste. A vítima estava no quarto, com as mãos e pernas amarradas, olhos vendados e apresentava diversas perfurações pelo corpo.

Os colegas de trabalho de Poliana no Hospital Municipal estranharam sua ausência no plantão, mas eles não conseguiram contato com ela. Avisaram a família e um de seus irmãos foi até a residência, onde a encontrou já sem vida.

Na ocasião, o celular e a motocicleta de Poliana não foram localizados no imóvel.

Outro suspeito preso em MT

As investigações também chegaram ao Estado de Mato Grosso. Outro homem suspeito de participação no crime foi preso em Guariba, distrito de Colniza (MT).

Durante as diligências, a motocicleta pertencente a Poliana foi localizada abandonada na região de Colniza. Nas proximidades, também foi encontrado um veículo completamente incendiado, cuja possível relação com o caso passou a ser investigada.

Investigação continua

A Polícia Civil trabalha para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a participação de cada investigado. Entre as linhas apuradas ao longo da investigação estão a possibilidade de crime premeditado, feminicídio e possível latrocínio.

A prisão preventiva não representa condenação, e a eventual responsabilidade criminal dos investigados deverá ser definida no decorrer da investigação e do processo judicial.

O caso segue sob sigilo e os detalhes de como a investigação chegou à conclusão sobre a
suposta participação de João Vitor no crime não foram divulgados pelas autoridades

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil e novos desdobramentos serão divulgados sem prejuízo das investigações.

Autor: Da redação Fonte: Plantão Jaru



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