PORTO VELHO – Foi uma luta de 22 anos para conquistar o reconhecimento internacional, tornando Rondônia uma área livre de febre aftosa. Interromper estes cuidados, pode causar graves prejuízos ao Estado e à sua economia, já que, especialmente à pecuária, representa aproximadamente 28 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
Com estes e vários argumentos, várias entidades do setor enviaram documento conjunto ao Governo do Estado, solicitando que os mais de 11 milhões e 791 mil reais destinados à manutenção dos programas que podem impedir qualquer risco da volta da aftosa, não sejam destinados a outros gastos governamentais.
Assinam o documento a Federação da Agricultura e Pecuária (Faperon), a Federação das Indústrias (Fiero), o Fundo Emergencial de Febre Aftosa (Fefa-RO), a Associação dos Pecuaristas de Rondônia (Apron) e a Associação Rondoniense dos Pecuaristas (Aronpec). As entidades deixam clara a preocupação com a aplicação dos recursos do Fundo Público Estadual de Sanidade Animal (Fesa) para finalidades diferentes das previstas em lei, “afetando diretamente o rebanho rondoniense em cerca de 113.700 propriedades rurais, com mais de 17 milhões de cabeças de gado.
O documento informa que a prestação de contas do fundo referente ao exercício de 2025 foi aprovada com ressalvas pelo Conselho Deliberativo do Fesa, que recomendou a restituição dos recursos. O texto também informa que o próprio Idaron encaminhou, a pedido dos representantes do setor produtivo no Conselho do Fesa, um ofício às secretarias estaduais de Planejamento (Sepog) e de Finanças (Sefin), com ciência da Casa Civil, da Governadoria e da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), solicitando a reconsideração administrativa e a devolução dos valores ao fundo.
Do blog opiniaodeprimeira









