
PORTO VELHO – Enfim a união da esquerda e direita – Momos, a deusa da ironia se superou ao usar áudios do IntercePT, financiado pelo PCC, para juntar direita e esquerda na lata de lixo do Vorcaro e mais, pondo Trump de bombeiro para apagar a questão semântica: criminoso e terrorista são iguais? Claro que não. Criminoso organiza e terrorista aterroriza. Zé de Nana diz que “é igual carro e avião. Os dois andam na pista, mas só avião vôa”. Sabedor disso Lula foi a Trump: “nossos criminosos” não são terroristas e o Laranjão se fez de surdo. Flávio que pensa diferente também falou com Trump que sendo “amigo dos dois” passou a bola para Marco Rúbio, o qual assestou uma rasteira em Lula e optou por Flávio.

Mas os EUA sabem o que é bom para o Brasil e ironicamente Lula ganhou um presente que une dois inimigos. “Nossos criminosos” passaram a outro patamar e agora é o fim do PCC, CV, roubo de carga, olheiro, traficante, biqueira e tiroteio no morro. Os “nossos” são transnacionais o que muda o mapa da violência brazuka como queria o Lula. Agora é caso para CIA, Interpol, Mossad e Seals. O Brasil fica de fora e eles que se virem. Saímos do mapa da fome, não somos mais vira-latas e nossa violência está com “Uzêua”. Mas a ironia que é very crazy quer uma chapa Lula e Flávio. Já pensou? Trump que joga golfe, preferiu a sinuca matando antes a Venezuela e o México. O Brasil é a bola da vez e está na boca. E lá vamos nós!!!
Cabra marcado pra morrer: cassação ou flecha
A batalha eleitoral que deveria ocorrer em breve nos palanques e nos programas eleitorais fez um atalho começou antes e pintou a possibilidade de revermos casos como Adélio Bispo, ou seja o fantasma da liquidação da fatura pela via mais rápida. Não são novidades covas rasas, acidentes esquisitos, tiros, facadas e inquéritos nos tribunais e urge barrar a ascensão do Bolsonaro 01 para retirá-lo da disputa eleitoral. E olha que já foi aventada uma ideia jerical quando da prisão da doutora do PCC.

Crendo ou não a ideia funciona com a rapidez, a letalidade e o sumiço da cobra depois do bote. A outra ideia não é letal em termos físicos, mas funciona. O Flavio entraria num desses inquéritos que buscam conter os balaços vindos lá dos EUA via Ramagem, Paulo Figueiredo, Alan dos Santos e de outros Brazukas que infernizam a vida do Moraes e que ficam longe de sua caneta. A camapnha eleitoral está envenenada. Abrindo portos “auzamigos” e fechando ao mundo exterior, o Brasil deixa de olhar seu passado – saudades de D. João VI em 1808 – e pior, renega a secular diplomacia do Itamaraty, cada vez mais vermelha, criando uma nova rede de parceiros e cutucando com vara curta os mais confiáveis aliados como os EUA. Para Flávio a estrada vai ficando cada vez mais complicada. Já usa colete, reforçou a segurança e deve ficar bem experto. Afinal, como diz Zé de Nana, “cachorro ofendido de cobra não passa nem perto de linguiça”. Sacomé né não?
#Partiu Casa Branca
Algo estranho ocorre desde que Lula foi à Casa Branca. Saiu com a cara estranha narrando fatos que denotavam o contrário e voltou ao Brasil meio perdidão. Corta para Flávio Bolsonaro e a coisa desandou de vez. Flavio também foi recebido saiu com um sorriso mais enigmático que o da Monalisa e logo depois sem prévio aviso Trump elevou PCC e CV ao status terroristas. Vixi, Lula foi à loucura e partiu para o ataque xingando tudo, todos, todas e todes. E como nem tudo é tão ruim que não possa ser piorado, o Laranjão vai socar 25% em nossos produtos reclamando de uma série de itens que já estavam sob análise desde 2025 iniciando com PIX. Para fechar a conta mandou um novo embaixador, o Daniel Perez, aliado do “tal Rúbio” e foi demais para o vein do 3º andar.


Solução enviar o novo ministro da Fazenda “AUzêa” para tentar reduzir as tarifas e Mauro Vieira ao Xing que está mais sério que cavalo cag(*)ndo na chuva, sem esquecer “os minino do Bolsonaro” guindados a traidores da pátria. Relevante: a seção 301 é pior que a tal da Magnistiky e já era pauta Brasil/EUA há quase um ano, inclusive com o PIX, que está na lista como o Pilatos no Credo. No frigir dos ovos o discurso do ódio sobe, Flávio tem que dar pé para subir nas pesquisas e safar-se das narrativas que a esquerda vai insistir com Vorcaro. Deu ruim para todo mundo, mas em jogo está o controle das eleições.
Rondônia Rural Show
Creio que os fiscais do TRE-RO não foram à feira e assim não viram nada. Se não viram rádios e TVs entrevistando e dando palanque à fauna e flora política, também não viram necas de pitibiribas, mas ao observador nem assim tão atento os delitos e abusos pré eleitorais saltaram aos olhos. Havia tanta “otoridade” que a imprensa ficou folgada sem precisar de assessoria de imprensa. Para laçar um pré candidato bastava se ligar nos chapéus – todos iguais – com um “prezão” debaixo, andando a esmo no meio do povo, assim como quem não quer nada, suando mais que tampa de chaleira e doido por um microfone, uma câmera ou alguém conhecido para dr um abraço e passar a fita.

Vida difícil a de pré candidato, salvo pela grana que vem de fundos oficiais para a campanha. O TRE segundo dizem anotou tudo e vai fazer a vida de cada um o inferno na terra. Mesmo sem denúncia já que todos estavam na mesma vibe e nem mesmo a imprensa que apenas atendeu aos anseios da população e que só estava lá correndo atrás dos caraminguás. Sobre a feira, foi atípica, ou seja, foi fraca. Mas como ando na contramão da história é provável que os “números oficiais” me desmintam com o NOVO RECORDE INTERNACIONAL
Assassinato de reputação
Faltavam 13 dias para o fim do mandato, sua aprovação estava a exatos 13 pontos dos 100 máximos quando ele foi afastado e preso. Roberto Sobrinho ficou um dia na cadeia e a partir daí enfrentou por longos 13 anos os processos derivados de três operações policiais e o assassinato de sua reputação. 13 anos depois, ele está de volta, absolvido e contando como foi ter e ver a sua vida revirada, seus sigilos quebrados nas três operações policiais e nos 50 processos originados delas nas esferas policiais e órgãos de controle. Roberto Sobrinho não está quebrado, mas não é mais o mesmo. Às vezes as lágrimas interrompem a fala, o riso que era fácil se tornou difícil, quase inexistente e é quando o olhar fica assustado, fugidio, quase o mesmo daquele fatídico dia há 13 anos.

Depois de enfrentar no mérito todas as acusações, ele segue em frente e prometeu-me contar em livro tudo o que passou. Vou cobrá-lo. Ele deve isso. Os amigos sumiram, outros voltaram, mas sua esposa e sua família foram os alicerces da caminhada inglória. Dr. Roberto Sobrinho está de volta, mas não mais para a política partidária, nem mesmo no PT com o 13 que lhe traz tantas lembranças e de onde está afastado há seis anos. Quer apenas a tranquilidade da família na casa – casa e não mansão – perto da casa do seu colega de infortúnio de outra época, o advogado e também ex-prefeito de Porto Velho Dr. José Guedes, também ele injustamente condenado pela opinião pública. O filósofo Arthur Schopenhauer a respeito de reputação traz uma frase que é atualíssima: “A reputação é como um espelho; uma vez quebrada, pode ser consertada, mas nunca mais será a mesma”. Roberto esta e a minha primeira cobrança. Quero o meu livro logo. Eu tenho direito de saber dos detalhes que estão lá nos processos!
Fim de papo
Manda quem pode e obedece até quem não tem juízo. “Uzêua” leia-se, o Laranjão, pôs no cabeção que o brasileiríssimo PIX é péssimo para a economia americana e promete enfiar 25% de tarifa nos nossos produtos. Nem vem.


Por trás disso estão os cartões de crédito americanos que sumiram de nossas carteiras, mas é certo que tudo era pauta tratada com o Sêo Lule. Claro que o papo de bombas no mundo por causa do petróleo é maluquice. Zé de Nana, analista proto-gastro-econômico, analisou o déficit americano, o dólar na corda bamba e resumiu desse jeito: “farinha pouca meu pirão primeiro” ou caso prefiram o inglês, America First. Okay mister?









