PORTO VELHO – A situação da limpeza pública em Porto Velho urge uma providência imediata da Prefeitura, sob pena de comprometer todo o esforço que o prefeito Léo Moraes empreende para fazer da capital uma cidade agradável. E, pelo jeito, multa já não resolve mais a ineficiência do trabalho realizado pela empresa responsável pela coleta do lixo. soma-se a isso, os pontos e alagação que surgem a cada chuva que São Pedro, o ‘parceirão’ do prefeito, libera sobre o porto do velho. Mesmo depois da
É uma situação complicada para o filho do ‘seo Paulo e da dona Sandra’, por mais que ele se esforce. Mas parece que, às vezes, ele escolhe parceiros que em nada lhe ajudam.
Soma-se a isso a velha metodologia dos trabalhadores da secretaria de Limpeza Pública, que limpas ruas ou retira entulhos dos canteiros e os deixam amontoados para ser retirados depois. e este depois, às vezes pode demorar dias, meses ou nem voltar para concluir o serviço.
Na rua Joaquim Nabuco com Rio de Janeiro, na Areal, moradora reclama que os servidores da limpeza recolheram matam do canteiro e entulharam na sua calçada há mais de dez dias. Aí, outros moradores já começaram a fazer do local um mini lixão, jogando cama-box, restos de madeira, carcaça de televisão, entre outros.

Porque não fazer o serviço de uma só vez, utilizando as pequenas máquinas pá carregadeiras e caminhões basculantes?
Não é um tarefa fácil, mas o prefeito Léo precisa tentar mudar esta velha mentalidade do servidor.
No último sábado, nova multa aplicada à empresa EcoPVH, substituta da Marquise na coleta de lixo domiciliar, por falhas graves. O cenário nas ruas de Porto Velho continua com aspecto de uma cidade mal cuidada, em que pese todos os esforços. São lixeiras transbordando, sacos de lixos espalhados por calçadas e moradores gastando paciência a espera da eficiência prometida.

A Prefeitura já sinaliza com a possibilidade de romper o contrato com a empresa, alegando descumprimento reiterado das obrigações e danos ao interesse público.
A população continua encaminhando fotos e denúncias às redações dos veículos de comunicação mostrando o acúmulo de lixo em diversos bairros da capital, mesmo em pontos onde a coleta deveria ocorrer regularmente às sextas-feiras. As imagens mostram ruas tomadas por sacos de lixo, restos orgânicos expostos ao sol, presença de urubus e forte mau cheiro.

Em uma das imagens recebidas, em uma rua do bairro São Francisco, o lixo se espalha por toda a calçada, bloqueando a passagem de pedestres. Em outro registro, na região do bairro Jamary, uma lixeira comunitária aparece completamente cheia, com sacos empilhados ao redor e resíduos se acumulando desde a sexta-feira.
O volume de denúncias aumentou após a Prefeitura anunciar, ainda no sábado, a aplicação de multa no valor de R$ 753 mil à EcoPVH, empresa contratada emergencialmente no final de outubro para realizar a coleta em Porto Velho. Segundo o município, a penalidade foi motivada por falhas graves e reiteradas, com descumprimento de rotas e ausência de atendimento em dezenas de bairros.

A Prefeitura iniciou o processo de rescisão unilateral do contrato com a empresa, com base em parecer técnico que apontou “inexecução sistemática” do serviço e prejuízo direto à população. Enquanto o processo segue os trâmites legais, a empresa permanece atuando — e moradores continuam sem coleta em diversos pontos da cidade.
Para quem vive nos bairros mais afetados, a situação já virou rotina. “É como se não houvesse mais coleta na cidade”, disse uma moradora da região sul. “A gente tira o lixo e ele fica ali, apodrecendo.” Em tempos de chuva e calor, a exposição dos resíduos nas ruas representa risco à saúde e intensifica o desconforto para milhares de famílias.
A população também precisa fazer sua parte, contribuindo com a limpeza da cidade e não apenas reclamar da sujeira. O Natal está chegando e seria saudável ter uma cidade com aspecto mais limpo.
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