VILHENA – Depois de mais de ano presa, a secretária Raqueline Leme Machado, acusada de participação na trama do assassinato do dentista Clei Bagattini, executado com vários tiros dentro de sua clínica no centro de Vilhena, foi colocada em liberdade na manhã desta quarta-feira. ela já está em casa em está sendo monitorada por tornozeleira.
Embora o processo contra ela corra em sigilo, o jornal Folha do Sul on Line confirmou que a justiça local determinou a soltura de Raqueline Leme Machado, apontada pela Polícia Civil como suspeita de envolvimento em um dos crimes mais violentos já registrados em Vilhena e que comoveu todo o estado.

Namorada de outro implicado no assassinato do dentista Clei Bagattini, executado com vários tiros dentro de sua clínica no centro de Vilhena, Raqueline foi capturada pouco depois do crime e estava presa desde então. Ela sempre negou qualquer participação no episódio, que chocou Rondônia e repercutiu no Brasil.
O julgamento da suspeita chegou a ser marcado para a primeira semana do mês de dezembro, quando ela se sentaria no banco dos réus, após a justiça aceitar a denúncia contra ela, que é uma das três pessoas que, segundo a polícia, tramaram a morte do profissional liberal vilhenense.
Conforma apurou a reportagem, o júri popular de Raqueline foi adiado a pedido do Ministério Público, que acompanha as investigações e será responsável pela acusação dela e do ex-namorado. O homem que fez os disparos morreu trocando tiros com policiais em Mato Grosso.

A decisão judicial de libertar a investigada foi cumprida hoje pela manhã e Raqueline já está em casa, mas monitorada por tornozeleira eletrônica. Ainda não foi definida nova data para o crime ser levado a júri.
O jornal eletrônico Folha do Sul continuará acompanhando o caso.
Fonte: Folha do Sul on Line









