VILHENA – Os eleitores do município de Vilhena, no cone Sul de Rondônia, voltam as urnas no próximo dia 30 com três missões: a de votar para eleger o próximo presidente da República, o novo governador de Rondônia, e ainda, o prefeito que deve terminar o mandato iniciado em 2021 e termina em 31 de dezembro de 2024. O prefeito eleito em 2020, Eduardo Japonês, foi cassado pela Justiça Eleitoral.

E a Justiça eleitoral decidiu que não haverá horário eleitoral obrigatório na televisão. Uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determina que os candidatos à Prefeitura de Vilhena na eleição suplementar, que será realizada no próximo dia 30, apresentem suas propostas na televisão.

Embora a juíza eleitoral, Liliane Pegoraro Bilharva, tivesse aceitado que pelo menos propaganda em formato VT de 30 segundos fossem inseridas na programação das emissoras, a TV Vilhena (afiliada da Rede Globo) foi à justiça e conseguiu uma liminar suspendendo a veiculação das peças.

A emissora alegou, como já havia feito na eleição suplementar de 2018, questões técnicas e que a legislação não obriga a transmissão do horário eleitoral em cidades com menos de 200 mil eleitores.

Vista aérea de Vilhena — Foto: Prefeitura de Vilhena/Divulgação

 

Com isso, as demais TVs, mesmo as que têm programação local, também deixarão de transmitir os programas e as propagandas.

Os dois candidatos que confirmaram participação na disputa (a ex-prefeita Rosani Donadon, do PSD, e o delegado da Polícia Federal, Flori Júnior, do Podemos), terão que conquistar votos através do rádio e das redes sociais.

Fonte: Folha do Sul

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