PORTO VELHO – No único voo semanal da Gol de Brasília a Porto Velho, depois do confinamento natural a que os mais de 100 passageiros tiveram de suportar num ambiente que devido ao corona, por mais que seja higienizado sempre é colocado sob suspeição, ainda na aeronave foram avisados de que, em terra, deveriam preencher um formulário, conforme a orientação da secretaria estadual da Saúde, mas as queixas foram grandes. “Estão dando sopa ao coronavírus”, reclamou um passageiro.

Todos, conforme alguns passageiros, foram colocados numa única sala fechada, para preenchimento do formulário exigido, o que provocou reclamações, tanto ao amontoado de gente num espaço pequeno como, ainda, até pela falta de organização dos responsáveis. Eles não disseram se a Sesau ou o Infraero.
Segundo disseram, até canetas faltaram por que disponibilizadas “só umas quatro ou cinco”, o que gerou também reclamações, como disse um dos passageiros: “Se querem fazer um controle devem se organizar, arrumar um espaço maior e condições para que façamos logo o relato e possamos ir embora para casa”.
Passageiros lembraram ainda que se a ideia era identificar quem veio no voo “era só pegar a lista obrigatória que todas as empresas devem fazer, incluindo telefones de contatos, e num momento de calamidade pública a empresa não pode negar a lista”.
No saguão do aeroporto houve reclamação para todos os lados, com as pessoas dizendo que “há muito de promoção midiática, com vistas a eleições de 2022, e de uso de exemplos de outros países, cujos costumes são diferentes dos nossos. Ao invés de fazerem o isolamento vertical estão fazendo o horizontal e aí a emenda pode ficar pior que o soneto, porque ficando juntos a capacidade de propagação é muito maior e se a economia não produz o estado para”, reclamou um médico.









