Pesquisa da Quaest anima equipe de Marcos Rogério, que fala em vitória já no primeiro turno

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira mostra candidato do PL com 37% das intenções de voto, alta de 13 pontos em um mês e 16 pontos à frente do segundo colocado

PORTO VELHO – A assessoria do candidato a governador, senador Marcos Rogério, faz projeções matemáticas e, considerando somente os votos válidos, garante que o candidato tem 49,3 por cento das intenções de sufrágio eleitoral, segunda a pesquisa da Quaest divulgada na noite desta quinta-feira. Contudo, o levantamento mostra o candidato com 37% das intenções de voto, 13 pontos percentuais a cima dos 24% apurados na pesquisa de agosto.

Se essa projeção se confirmará nas urnas, saberemos na noite do dia 4 próximo. M as, em contraste com essa projeção, a pesquisa Quaest desta quinta-feira mostra que no levantamento dos votos espontâneos – quando não é apresentado ao eleitor o nome de nenhum dos candidatos, Marcos Rogério pontua 19 % das intenções de voto.

Ainda de acordo com a assessoria do candidato, na conversão para votos válidos, quando são consideradas apenas as intenções atribuídas aos candidatos. Na pesquisa estimulada da Quaest, essas respostas somam 75%. Aplicados sobre essa base, os 37% registrados por Marcos Rogério correspondem a 49,3% dos votos válidos.

O resultado divulgado nesta quinta-feira também mostra redução dos eleitores sem candidato definido. Os indecisos aparecem com 19%, contra 22% em agosto, enquanto branco, nulo ou não vai votar soma 6%, ante 10% na rodada anterior. Ao mesmo tempo, 65% dos entrevistados afirmam que a escolha para governador já é definitiva.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Marcos Rogério registra 19%. Na rodada de agosto, aparecia com 11%.

A Quaest ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica, tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.

Uma nova rodada da pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira, 24, apresenta o cenário da disputa pelo Governo de Rondônia. No levantamento estimulado, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Marcos Rogério (PL) aparece com 37% das intenções de voto e Adailton Fúria (PSD) registra 21%.

Hildon Chaves (União) tem 9%, seguido por Expedito Netto (PT), com 6%. Samuel Costa (PSB) e Pedro Abib (MDB) aparecem com 1% cada.

Os eleitores que afirmaram votar em branco, anular ou não comparecer somam 6%. Outros 19% ainda estão indecisos.

Na rodada anterior da Quaest, divulgada em agosto, Marcos Rogério tinha 24%, Adailton Fúria registrava 21%, Hildon Chaves aparecia com 10% e Expedito Netto tinha 10%.

Maioria afirma já ter definido o voto

O levantamento também mediu o grau de decisão do eleitorado. Entre os entrevistados, 65% disseram que a escolha atual é definitiva, enquanto 35% afirmaram que ainda podem mudar de candidato até a votação de 4 de outubro.

Na pesquisa espontânea, em que nenhum nome é apresentado previamente ao entrevistado, Marcos Rogério foi citado por 19% e Adailton Fúria por 13%.

Hildon Chaves aparece com 4% e Expedito Netto com 1%. Outros candidatos e nomes somam 2%. Brancos, nulos ou quem afirma que não vai votar representam 2%.

Nesse modelo de pergunta, 59% dos entrevistados ainda se declararam indecisos.

Quaest testou seis cenários de segundo turno

A pesquisa também simulou possíveis confrontos em uma eventual segunda etapa da eleição.

No cenário entre Marcos Rogério e Adailton Fúria, os percentuais são de 45% e 27%, respectivamente. Contra Hildon Chaves, Marcos Rogério registra 50%, enquanto Hildon tem 17%. Em uma disputa entre Marcos Rogério e Expedito Netto, os números são de 53% e 14%.

Em outra simulação, Adailton Fúria registra 38% e Hildon Chaves, 23%. No confronto entre Adailton e Expedito Netto, os percentuais são de 45% e 12%.

Já na simulação entre Hildon Chaves e Expedito Netto, Hildon aparece com 35% e Expedito com 16%.

Os percentuais restantes em cada cenário correspondem aos entrevistados indecisos e aos que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados.

Saúde lidera preocupações dos rondonienses

Além da intenção de voto, os entrevistados responderam sobre os principais problemas enfrentados pelo estado.

A saúde foi mencionada por 45%, ficando à frente de infraestrutura, citada por 13%, e violência, apontada por 9%. Outros problemas somaram 20%. Outros 12% não souberam ou não responderam, e 1% afirmou não haver nenhum problema.

Pesquisa mede rejeição dos candidatos

No indicador em que o entrevistado afirma conhecer determinado candidato e não votar nele, Expedito Netto registra 44%.

Marcos Rogério e Adailton Fúria aparecem com 25% cada. Hildon Chaves tem 20%, Samuel Costa registra 14% e Pedro Abib, 11%.

O levantamento também mostra diferenças no grau de conhecimento dos candidatos. Entre os entrevistados, 87% disseram não conhecer Pedro Abib, 83% Samuel Costa, 58% Hildon Chaves, 43% Expedito Netto, 40% Adailton Fúria e 27% Marcos Rogério.

Aprovação do governo chega a 46%

A Quaest também avaliou a administração estadual. O governo é aprovado por 46% dos entrevistados e desaprovado por 31%. Outros 23% não souberam ou não responderam.

Quando a pergunta trata da avaliação da gestão, 31% consideram o governo positivo, 37% regular e 19% negativo. Outros 13% não responderam ou disseram não saber.

O levantamento ainda perguntou se o governador Marcos Rocha “merece eleger um sucessor”. Para 46%, sim; 39% responderam não, enquanto 15% não souberam ou não responderam.

Sobre a pesquisa

A Quaest entrevistou 804 eleitores de Rondônia com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A margem de erro informada é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números RO-08556/2026 e BR-06511/2026.

Fonte: G1 RO e Rede Amazônica


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