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Na guerra entre o bem e o mal, monitorado por tornozeleira é denunciado por tráfico e morre em ação policial na Rua da Paz

Só parte da ação policial foi gravada em vídeo, mas não mostra a suposta luta e o momento do tiro

PORTO VELHO – Uma ação policial parcialmente captada por câmaras de segurança terminou na morte do suspeito Gabriel Victor Brito Pinto, 20, apenado monitorado por tornozeleira eletrônica, mas denunciado por continuar comercializando drogas. Ele foi baleado em uma ação realizada por policiais militares e morreu no hospital João Paulo II no início da madrugada desta terça-feira, 24.

A ação correu na noite desta terça-feira, 23, na Rua da Paz, bairro Areal da Floresta, na zona Sul de Porto Velho.

As imagens não mostram troca de tiros.

Em ocorrência no Departamento de Flagrantes, os policiais contaram que foram para o endereço após receberem informações anônimas de que o apenado estaria comercializando drogas no local.

Eles teriam montado uma estratégia para surpreender o apenado e dois dos policiais da Força Tática do 5° Batalhão foram juntos com militares do Núcleo de Inteligência (NI) em um carro descaracterizado.

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Os PM’s então pararam próximo da residência onde havia a denúncia de tráfico de drogas e logo na sequência Gabriel sai e vai caminhando até o carro. Esta ação foi filmada pela câmera de monitoramento de uma casa.

Os policiais disseram em ocorrência que Gabriel foi até o carro por imaginar que fossem clientes querendo comprar drogas.

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As imagens mostram em seguida, o apenado tentando voltar correndo, mas é seguro por dois policiais com o apoio de um terceiro que dá cobertura e mais dois que chegam correndo na sequência.

Em seguida, Gabriel foi levado para um beco e logo depois acaba baleado no tórax. Na ocorrência, os policiais disseram que eles teriam entrado em luta corporal e após conseguir se desvencilhar sacou uma pistola calibre 7.65 (apreendida).

Por essa razão, um dos policiais para se proteger atirou primeiro e atingiu o apenado. Gabriel foi socorrido em uma viatura da PM, mas não resistiu.

Na casa de Gabriel, os policiais teriam localizado duas porções de cocaína oxidada, duas balanças de precisão e utensílios com resquícios de entorpecentes.

Uma arma calibre.40 do policial que realizou o disparo foi apreendida pelo delegado de plantão e o caso encaminhado para ser apurado pela Delegacia Especializada em Repressão a Crimes Contra a Vida (DERCCV).

Texto: Richard Nunes

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