
OPINIÃO DE PRIMEIRA – Todos os policiais (em torno de 505) que estão cedidos em diferentes órgãos do Estado, serão convocados para voltar aos seus órgãos de origem, para que haja um novo estudo sobre a situação de todos e o governador Marcos Rocha decida quais caminhos seguirá, neste contexto. Mosquini deu a informação aos sites Rondônia Dinâmica e Informa Rondônia, concretizando uma ação que, certamente, vai mexer profundamente na situação de tantos policiais em cedência no Estado. Muitos deles poderão reforçar o policiamento das cidades.
Esta é apenas uma das questões que fazem parte da prioridade de informações que Mosquini e a equipe que ele lidera têm repassado ao néo Governador.

Todos os dias, o coordenador da transição de governo, o deputado federal Lúcio Mosquini, como representante do governador eleito, passa a Marcos Rogério um resumo de todas as informações levantadas pela equipe, junto ao grupo de transição do atual governo.
No mês de novembro, que está iniciando, Mosquini dará continuidade ao levantamento total, sobre a real situação em que o Estado, que continuará sendo informada diariamente e até o início do governo de Marcos Rogério, em seis de janeiro. A questão dos policiais cedidos é um dos poucos que já se pode dar como certa, com o retorno de todos, até decisão posterior.

Segundo Mosquini, uma das preocupações do levantamento junto ao atual Governo, é o grande gasto com viagens e diárias. Um dos exemplos é o DER, onde foram, gastos mais de 2 milhões de reais no ano em diárias, todas dentro do Estado.
Vai começar mais uma COP, que discutirá os mesmos temas das anteriores. Rondônia estará lá. Trará resultados?
Depois do fracasso da COP 30, em Belém do Pará, traduzida pela mídia brasileira como um grande evento em defesa do Planeta, vem aí a COP 31. É onde os ricos, que dominam tudo e que se reúnem uma vez por ano, chegam para nos avisar que a Terra vai acabar, se não seguirmos os projetos deles e bancarmos todos a custos que nós, pobres mortais, teremos que pagar. Agora vai começar mais uma reunião da Conferência de Mudança do Clima, a COP, em sua 31ª edição.
Agora, o evento será realizado na cidade balneária de Antalya, no Mar Mediterrâneo e que recebe mais de 16 milhões de turistas todos os anos. Para se ter ideia da grandeza deste número, o Brasil recebeu, no ano passado, cerca de 9 milhões e 500 mil visitantes, número recorde até agora.
A COP 31 vai dar seguimento às propostas debatidas na COP 30, que deram andamento às da COP 29 e que continuam debatendo as da COP 28. Milhares de delegações estarão no evento, para continuar discutindo o que a ONU e seus aliados à esquerda mais adoram: que o meio ambiente está sendo destruído e que só eles têm a solução para salvar as mais de 8 bilhões e 300 milhões de almas que aqui vivem.
Rondônia estará presente em mais este evento mundial do meio ambiente. Uma delegação liderada pelo governador Marcos Rocha viaja para a Turquia, a partir do próximo dia 9 e até o dia 20, para representar o Estado, como, aliás, Rocha já o fez em outras edições da COP.
O Governador viaja junto com um grupo de pelo menos mais oito assessores, incluindo a secretária executiva Rute Carvalho da Silva, que está liderando a equipe de transição do time governista. Pouco se sabe sobre as pautas que Rondônia levará para o evento, mas pode-se antecipar que Marcos Rocha e seu grupo mostrarão números positivos da diminuição do desmatamento e das queimadas no Estado.
O problema é que Rondônia faz sua parte, mas os líderes da COP não fazem a deles. Ou seja, deveríamos estar recebendo roaylties e muitos dólares pelo trabalho de cuidados com a floresta. Mas não conseguimos ver traduzidas em dólares as promessas internacionais.
A viagem da troupe rondoniense a um país tão distante e a custo tão alto, valerá a pena? Enfrentar quase 16 horas de voo e distâncias enormes trará algum resultado prático para esta terra se Rondon?
Espera-se que as respostas sejam positivas, em relação a esta última viagem internacional que o governador Marcos Rocha realiza em seu segundo mandato. Senão, tudo se resumirá a gastos desnecessários.
Duas mulheres podem ser os primeiros nomes quentes no novo governo de Marcos Rocha
As especulações sobre a futura equipe do governo Marcos Rogério continuam, com o surgimento de vários nomes de diferentes regiões do Estado. A verdade é que, ao menos até agora, o novo Governador não fez qualquer comentário sobre sequer um dos novos membros do seu governo. De todos os nomes citados, provavelmente duas mulheres podem ser consideradas mais próximas da realidade.
A futura primeira dama Patrícia Rigotti deve sim comandar a área social. Ludmila Tavares, que acompanhou Marcos Rogério em todo o seu mandato, é hoje o nome mais citado para comandar a área da Comunicação. Mesmo assim, não há ainda nada oficial quanto a isso.
Nos bastidores, se conta que o prefeito Léo Moraes teria tido seu pedido de indicar o diretor geral do Detran atendido por Marcos Rogério. O prefeito também indicará, sempre por informações não oficiais que correm pelos bastidores da nossa política, pelo menos mais um secretário, embora não se saiba ainda qual a área que seria escolhida.
Do grupo da transição, o coordenador, deputado Lúcio Mosquini, já avisou que não há qualquer compromisso de Marcos Rogério em convidar alguém para seu time. Mas se pode apostar que uma ou outra personalidade que faz parte da equipe de Mosquini.
A verdade é simples: Marcos Rogério ainda não definiu nada da sua equipe que assume com ele em janeiro próximo. Estão sendo avaliados vários nomes, mas até a noite deste sábado, nenhum deles havia sido confirmado por quem realmente decide, ou seja, o próprio Governador eleito.
A esquerda quer cooptar deputados do Centrão. Como vão agir cinco dos eleitos em Rondônia?
Nenhum deputado do PT ou pela esquerda foi eleito em Rondônia. Para a Câmara Federal, foram três do PL (Lúcio Mosquini, Coronel Chrisóstomo e Sofia Andrade) totalmente opositores ao governo Lula. Mas e os outros cinco? O Partido dos Trabalhadores e seus aliados, querem cooptar os parlamentares que não são bolsonaristas, mas do chamado Centrão, para formar um bloco de apoio a Lula e à governabilidade da esquerda.
Todos os oito chegaram à eleição ou a reeleição combatendo o lulismo, o PT e se apresentando ante o eleitorado como apoiadores fiéis de Flávio Bolsonaro. Mas, caso a ordem contrária venha de cima, do diretório estadual ou nacional dos seus partidos, como agirão Jaime Gazola e Cristiane Lopes (do Podemos); Thiago Flores e Maurício Carvalho (União Brasil) e Joliane Fúria, do PSD, partido da base lulista?
Na verdade, todos se elegeram defendendo a direita (incluindo Joliane) combatendo a esquerda e se posicionando, sem exceção, ao lado de Flávio Bolsonaro. Ocorre que a pressão do Planalto e seus aliados já começou, com discursos e acenos para o Centrão.
Sem contar o trio do PL, quais as posições dos demais? Maurício Carvalho é amigo pessoal de Flávio e foi um pesado crítico contra a esquerda, na sua campanha. Cristiane Lopes e Jaime Gazola sempre foram de direita. Joliane Fúria terá um mandato com o apoio do seu marido, o ex-prefeito de Cacoal e candidato derrotado ao Governo, que sempre se disse de direita. Thiago Flores é claramente antiPT e antiLula.
Mas quando o poder começar a oferecer barganhas que possa beneficiar o Estado, como por exemplo (apenas como ilação) afrouxamento na perseguição aos produtores ou renegociação no preço abusivo dos pedágios da BR 364?
Os não petistas podem ficar entre a cruz e a espada. É um problema que terão que começar a enfrentar desde agora. Como vão agir?
Viaduto, acessos e ruas laterais: obras na ligação de Vilhena com Colorado vão custar 40 milhões de reais
Uma obra de 40 milhões de reais. Paralisada há longo tempo, por questões de projeto e de interferências com redes elétricas, a construção do viaduto em Vilhena, no acesso a Colorado do Oeste. Desde março, quando o serviço foi retomado, não parou mais. E deve ser entregue em meados do ano que vem, já que caminha para a fase final.
Segundo o engenheiro Emanuel Nery, do Dnit, nesta semana foi realizada a concretagem da laje do viaduto e iniciada a pavimentação dos seus acessos. A Obra é um investimento do governo federal, através do DNIT, com recursos do orçamento geral da união, destinados pelo Ministério dos Transportes.
A Obra é um investimento do governo federal, através do DNIT com recursos do orçamento geral da união destinados pelo Ministério dos Transportes. A empresa responsável pela obra é a Madecon, que, aliás, já realizou importantes obras em Rondônia ou participou diretamente delas, como o caso dos viadutos da BR 364 na entrada de Porto Velho e os acessos à ponte de Abunã.
O valor total é de 40 milhões (atualizado) envolve não só a construção do viaduto, mas também obras próximas, como uma faixa adicional. O viaduto tem aproximadamente 1 quilômetro de acessos e quase três quilômetros de faixas adicionais.
Outras obras importantes também estão em andamento no Estado, como o asfaltamento que já começou no Anel Viário, chamado de Rodovia Expresso Porto, que começou a receber a nova pavimentação muito tempo antes do previsto. A obra também é feita com recursos federais.
Ataques e destruição no garimpo, em áreas em que os pedidos de regularização são ignorados desde 1994
Obviamente que tem alguma legalidade, via a excrescência de normas ambientais, muitas delas criadas sem o aval do Congresso, mas sempre atendendo os grandes interesses internacionais sobre as riquezas da nossa Amazônia. Repetindo, só para fica bem claro: nossa Amazônia! A virulência dos ataques ao garimpo em Rondônia, que já era terrível, agora certamente vai recrudescer, com a manutenção do mesmo governo.
A sexta-feira foi mais um dia de terror para donos de dragas e balsas no garimpo do rio Madeira. Alguns estão esperando desde 1994 a liberação da licença que pediram à Agência Nacional de Mineração para trabalharem. Outros, dez anos depois. Ou seja, enquanto os pedidos de legalização mofam engavetadas de burocratas em Brasília, a vida de famílias inteiras é destruída pela sanha da crueldade oficial.
Mais um ataque da Polícia Federal destruiu mais dez balsas, em poucas horas. Desespero dos que perderam tudo. Choro descontrolado, enquanto milhares de litros de óleo diesel, queimados na destruição, poluíam o Madeira. Isso sem contar as ainda existentes pequenas doses de mercúrio, que também foram parar no fundo do rio.
O senador eleito Bruno Scheid gravou um vídeo protestando com veemência contra os abusivos ataques. Outro senador eleito, o deputado federal Fernando Máximo, também não poupou críticas à ação. A presidente do Sindicato dos Garimpeiros, a advogada Tânia Sena, também tentou dialogar, mas sua condição de advogada foi ignorada e o ataque virulento continuou.
O esquema é claro: ignora-se os pedidos de regularização do garimpo por anos a fio e depois se cria programa de destruição de dragas e balsas, alegando ilegalidade. Quem ninguém se engane: com a vitória de Lula, a situação dos garimpeiros – ainda mais em Rondônia – pode se tornar insustentável!
Flávio Bolsonaro grava primeiro vídeo nos Estados Unidos e diz que está pronto para disputar a Presidência de novo!
Num vídeo de cerca de 17 minutos, falando da casa onde está vivendo nos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro fez seu primeiro contato com os brasileiros, pelas redes sociais. Com rosto claramente cansado, o candidato derrotado à Presidência relatou os motivos da sua decisão de sair do Brasil (todos óbvios e amplamente conhecidos) mas não deu detalhes sobre sua fuga, embora tenha agradecido a todos que o ajudaram, sem citar nomes.
Flávio fez um pronunciamento sóbrio, sem resquícios de raiva ou sentimento de vingança, mas deixou no ar a possibilidade de voltar ao Brasil e disputar novamente a Presidência, caso isso se torne possível. Deixou no ar uma questão: ele afirmou que essa volta pode acontecer muito antes de 2030, quando haverá nova disputa presidencial, mas não deu mais detalhes.
Relatou as últimas horas no Brasil, quando visitou seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar e teve com ele uma conversa de meia hora. Não deu detalhes da conversa, mas contou que quando saiu da casa do pai, a Polícia Federal já estava na rua, o esperando e pedindo seus passaportes.
Foi naquele momento que decidiu sair do país, porque, garantiu, certamente agora estaria preso e sem poder estar com sua família. Aliás, várias vezes durante o pronunciamento, Flávio Bolsonaro elogiou sua esposa, Fernanda, que estava no local da gravação, mas preferiu não aparecer.
Durante o vídeo, ele não contou onde está e nem deu qualquer outro detalhe sobre sua permanência em território americano. Flávio prometeu novos pronunciamentos à Nação, nos próximos dias.
Canalhas e vagabundos: vândalos destroem brinquedos no parque circuito, dois dias depois da reabertura
Durou pouco mais de 48 horas. Reinaugurado com festa, com a presença de grande público, com muitas crianças que se divertiram inclusive tomando banho no chafariz com o prefeito Léo Moraes, o Parque Circuito está sendo preparado para se tornar mais um local de encontro da família porto-velhense, com uma estrutura de qualidade.
Mas canalhas irresponsáveis, daquele tipo que tem a ojeriza da sociedade e das pessoas de bem, em pouco mais de dois dias, começaram a praticar atos de vandalismo, inclusive destruindo brinquedos e áreas especiais, recém entregues revitalizadas.
É do mesmo tipo de gente que destrói brinquedos e áreas de outros parques e que parece querer mostrar que é gente ruim, do mal, que detesta ter uma cidade melhor. Os danos ao patrimônio público afetam diretamente a população, uma vez que recursos e equipes precisam ser mobilizados para recuperar estruturas danificadas, ao invés de serem destinados exclusivamente a mais melhorias.
Estes vândalos precisam ser identificados, detidos e pagarem pelos danos que causam. Como ainda não há Guarda Municipal para proteger estas áreas, não seria o caso do uso de câmeras de segurança, que pudessem flagrar estes criminosos?
Porque para este tipo de gente não tem mais saída pela educação, pela consciência, pelo convencimento, pela orientação. Tem é que punir. E punir com dureza, até como exemplo para que gente canalha como estes vândalos temam as autoridades e a lei.
Damares Alves avisa: não aceitará acordo que impeça punição a ministros que violaram os direitos humanos
“Nenhum passo atrás! Que nenhum ministro do STF me procure para tentar qualquer acordo. Os novos senadores foram eleitos para investigarem as irregularidades praticadas, sem por quem for. Não te, conversa”! As declarações fazem parte de um vídeo divulgada pela senadora Damares Alves, alertando que não aceitará qualquer negociação.
O vídeo, na íntegra, pode ser acessado pelo link https://www.facebook.com/reel/1773158320418811. Nele, Damares diz que tem lido que alguns ministros da Suprema Corte estariam procurando senadores para a abertura de uma conversa que poderia isentá-los de processos de impeachment ou investigação. “Quero mandar um recado aos colegas do Senado que foram eleitos para 2027: nenhum passo atrás”!
A combativa senadora prossegue: “vocês foram eleitos nas urnas com a promessa porque disseram que nós vamos investigar sim os ministros da Suprema Corte. Cada um precisa responder por seus próprios atos” e avisou: “não serei fiadora de imunidade!”.
Disse ainda: “vou trabalhar incansavelmente para que a lei valha para todos”. E acrescentou: “que ninguém venha com esta história de diálogo pela governabilidade; diálogo para não ter não tensão entre as duas casa do Congresso. O recado é claro: não tem acordo”!
“As condutas serão investigadas. Não contem comigo para acordos com Vossas Excelências do STF que violaram os direitos humanos o tempo todo!”, concluiu, dedo em riste!
Perguntinha
Na sua opinião, qual a diferença entre o que fez o governo dos Estados Unidos em resgatar Flávio Bolsonaro das garras das injustiças da mais alta Corte brasileira e o resgate que o governo Lula fez no Peru, buscando com avião da FAB a ex-primeira dama daquele país, Nadine Heredia, condenada a 15 anos de prisão por corrupção, por ter recebido propina da Construtora Odebrecht?






