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segunda-feira 25 outubro 2021

Lenha na Fogueira – Zé Katraca fala ‘de camarote’ sobre o documentário É Dia de Feira

Pai da Cecileide era nada mais nada menos que Seu Cícero, muito querido pelos feirantes e pelos frequentadores das feiras

Zé Katraca

PORTO VELHO – Hoje é o dia do Documentário “Dia de Feira – Do Sertão ao Cai N’água”; uma pesquisa da Cecileide Correia Silva, uma apaixonada pelo tema, filha de feirante e, em consequência, viveu por alguns anos no ambiente Feire Livre. O documentário será exibido a partir das 9 horas deste dia 7 de setembro, no Mercado do Cai N’água, ali na beira do Rio Madeira onde fica o Porto dos Barcos de Passeio nas proximidades da entrada para o Triângulo.

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Várias pessoas registraram depoimentos sobre suas vivencias nas várias Feiras Livre de Porto Velho. Entre essas pessoas esse amigo que escreve essa coluna.

Pai da Cecileide foi um dos mais importantes comerciantes que teve comércio em várias e finalmente na Feira do Cai N’água. Era nada mais, nada menos que Seu Cícero uma pessoa muito querida pelos feirantes e pelos frequentadores das Feiras.

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Veja o que a Cecileide publicou a respeito do assunto:

“Meu pai morreu em uma madrugada de sábado chuvosa de um sábado de aleluia, datado de 22 de abril de 2000. E uma forma de ligação que tenho com ele, me faz estar visitando feiras, mercados, olhar sacos de farinha, milho, açúcar…. Numa dessas andanças, certo dia fui a feira do Cai N’Água para visitar o Amarildo, que ainda permanece trabalhando e mantendo a sua família com o produto do trabalho de vendas de estivas. Nos abraçamos, passei o olhar nas prateleiras do box e, ali no canto, vi a bomboniere de vidro que balançou meu olhar para a minha infância pois era o meu objeto de paixão. Sempre cheia de doces, balas, chicletes e girava para direita, para esquerda, repetidas vezes. Neste momento, Amarildo falou: “Olha, foi você que quebrou este pedaço”. Meu coração viajou para lembrar o olhar do meu pai bravo, mas ao mesmo tempo com o gesto de compaixão que sempre o acompanhou. Ele me afastou para poder limpar os vidros e somente me olhou…. A partir daquele momento, resolvi juntar minhas lembranças e contar um pouco da vida dos meus pais, seu Cícero Correia da Silva e Dona Maria de Lourdes da Silva”Cecileide Correia Silva (filha).

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Os costumes, a mania, a história e a culinária típica de uma cidade, você só conhece de verdade visitando ou conhecendo a FEIRA LIVRE.

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Em nossa cidade só não tem Feira as Segundas Feira. Terça feira, a Feira é na Zona Sul; Quarta no 4 de Janeiro; Quinta no Bairro Liberdade; Sexta no Areal, Sábado na Nova Porto Velho e Domingo na Baixa da União.

Ainda temos o Mercado do Cai N’água, local onde será exibido do Documentário na manhã de hoje 7 de Setembro. O Mercado Municipal antes Feira Modelo Atrás do Prédio do Relógio e o Mercadinho do KM-1. Todos esses Mercados surgiram como Feira Livre.

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Quer conhecer melhor a história da cidade de Porto Velho, comparece a partir das 9 horas de hoje, no Mercado do Cai N’água e assisti o Documentário “DIA DE FEIRA – DO SERTÃO AO CAI N’ÃGUA”.

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Put’s, ia esquecendo que hoje o Brasil completa 199 anos de Independência. A data não será festejada com os famosos Desfiles Militares e Estudantis, por conta da Pandemia provocada pelo Coronavirus. Porém, os políticos profissionais, inventaram uns eventos (radicais) e o pior, é que muita gente aderiu e participará das manifestações que vão acontecer praticamente em todo o Brasil!

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E VIVA NOSSO DIA DA PÁTRIA!

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