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Rondônia, quarta-feira, 25 de maio de 2022, às 19:35





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Fluente em inglês, jovem indígena Suruí de Rondônia chama a atenção do mundo ao discursar na Cúpula do Clima (vídeo)

“Os animais estão desaparecendo, os rios estão morrendo, nossas plantações não florescem como antes”

PORTO VELHO – Cidadã rondoniense que ganhou o mundo, a jovem indígena Walela Txai Suruí, que já morou em Sidney, na Austráliam chama a atenção do mundo ao falar na Conferência da Cúpula do Clima (COP26), no Reino Unido. Com uma fala simples, porém calcada na dura realidade de seu povo, Txai despertou a atenção de líderes como Boris Johson, da Inglaterra, entre outros

Txai Suruí participou da abertura oficial da Conferência nesta segunda-feira, 1º, em Glasgow, na Escócia. No discurso, feito em inglês, a jovem de 24 anos apontou a urgência de medidas eficientes para frear as mudanças climáticas, além de ressaltar a importância dos povos indígenas na proteção da Amazônia.

“Meu pai, o grande cacique Almir Suruí, me ensinou que devemos ouvir as estrelas, a lua, o vento, os animais e as árvores. Hoje o clima está esquentando, os animais estão desaparecendo, os rios estão morrendo, nossas plantações não florescem como antes. A Terra está falando, ela nos diz que não temos mais tempo”, disse.

Txai citou no discurso a morte do indígena Ari Uru-Eu-Wau-Wau, que trabalhava registrando e denunciando extrações ilegais de madeira dentro da aldeia onde morava. Segundo Txai, ele foi morto por defender a floresta.

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Por fim, ela cobra a participação dos povos indígenas nas decisões que envolvem medidas de combate às mudanças climáticas, afirmando que eles estão na linha de frente e possuem ideias que também devem ser consideradas.

“Vamos frear as emissões de promessas mentirosas e irresponsáveis, vamos acabar com a poluição de promessas vazias e vamos lutar por um futuro e presente habitáveis”, defende.

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Repercussão

O discurso e a presença da indígena do povo Paiter Suruí na COP26 repercutiram entre os órgãos que discutem causas indígenas e de meio ambiente. Órgãos como a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé retrataram o momento nas redes sociais

Professor de Direito da Unir lembra da aluna Walela

Um dos pioneiros professores do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia, o procurador de Justiça do Ministério Público de Rondônia, Jackson Abílio comenta nas redes sociais a aparição e a fala de Txai Surui na Conferência do Clima.

Professor Jackson Abílio

Ele escreve: “Walela Txai Suruí é filha do conhecido cacique Almir Suruí. Estudante de Direito da Unir, em Porto Velho, Walela foi, ali, minha aluna – e aluna de tantos outros professores da Casa.

Dona de um Inglês fluente, a indígena se permitiu morar em Sydney – na Austrália. Para tanto, ela trancou o curso que fazia.

Depois de residir, por mais de dois anos, na mais populosa cidade australiana, a silvícola rondoniense voltou ao seu berço natal, Rondônia.

Aqui, ela se rematriculou no mesmo curso – que o frequentava – na Unir. Já estava prestes a colar Grau.

Qual o quê? De lá para cá, nunca mais a vi.

Só, agora, é que assisto, maravilhado, a Walela Txai Suruí na TV.  É um nome da Terra que, à Terra, dá nome!

Pode uma coisa dessas?!… Rsrsrs.

Com informações do G1Rondônia

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