Denarc fecha ‘boca de fumo’ e prende dois no ‘Beco da Maconha’, em Porto Velho

PORTO VELHO – Os usuários que frequentam e se abasteciam na principal ‘boca de fumo’ do local conhecido como ‘Beco da Maconha’, na Rua Camboriú, bairro Aponiã, sentiram o baque no ‘tobogan emocional’, depois que agentes do Departamento de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil fizeram uma operação no local, na tarde desta quinta-feira, 29. O local já é conhecido pela polícia pela alta incidência de tráfico e da intensa presença de usuários de drogas, o que muito incomoda os moradores.

Durante a operação, dois traficantes e um usuário foram presos, e mais de um quilo de droga, celulares e apetrechos para preparação foram apreendidos.

O Departamento de Narcóticos da Polícia Civil vinha recebendo inúmeras denúncias dos moradores do local, que cobravam uma ação mais assertiva da polícia para inibir o crime.

Recentemente, o Denarc havia prendido neste mesmo local duas mulheres que tocavam o tráfico na localidade. Elas foram flagradas certa quantidade de cocaína e maconha.

Após a prisão dessas mulheres, dois jovens identificados como Felipe, de 24 anos e Carlos, de 18 anos, e outros comparsas assumiram o negócio e passaram a tocar a boca de fumo. E conseguiram aumentar e movimentações de usuários de drogas no local.

Na tarde desta quinta-feira, após dias de investigação, foi cumprido mandado de busca no local, quando foi encontrado farta quantidade de cocaína e maconha. No local foram presos Felipe, dono da boca, e seu irmão Carlos, que o auxiliava na venda, e encontrado alguns usuários que havia acabado de adquirir a droga.

Durante a operação desta quinta-feira, foi apreendido aproximadamente um quilo de maconha, um grande volume de cocaína de alta qualidade já ‘endolada’ e pronta para venda no varejo.

O local era preparado para o trafico e tinha, além da droga, balança de precisão e matyewrial para embalagem.

Em uma varanda da casa, que ficava com o portão sempre fechado com PVC para facilitar a entrega, os usuários esperavam para ser atendido.

Quando não queriam que os compradores adentrassem ao imóvel, os traficantes despachavam a droga por uma fresta do portão.

Com informações da Assessoria



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