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segunda-feira 25 outubro 2021

Corpo de servidora da Sedam executada a tiros em Cerejeiras ficou 4 horas no local esperando perito de Vilhena

Servidora da Sedam assassinada em Cerejeiras teria levado quatro tiros; execução do casal rende especulações na cidade

CEREJEIRAS – Essa é a estrutura da Segurança Pública em Rondônia. Mais de quatro horas após a execução a tiros, o corpo de servidora da Sedam (secretaria estadual de Desenvolvimento ambiental) na cidade de Cerejeiras, Lucilene Costa, de idade não revelada, na manhã desta segunda-feira, 11, continuava no mesmo local. Ela foi assassinada por um homem que chegou à sua sala de capacete e fez os disparos acertando todos na região do pescoço e da cabeça.

Cerejeiras está distante cerca de 120 de Vilhena, a única cidade do Cone Sul onde existe médico legista em atividade.

Lucilene, assassinada nesta segunda-feira no local de trabalho, e o marido, executado a tiros em maio deste ano, também na cidade de Cerejeiras

Um perito da Polícia Civil de Vilhena se deslocou a Cerejeiras para coletar informações sobre o ataque fatal, antes de liberar o cadáver para a realização da necropsia. O procedimento provavelmente será feito em Vilhena.

Segundo um leitor do site Folha do Sul on Line, que chegou a ver a cena no local onde a execução aconteceu, Lucilene teria levado quatro tiros, todos na região do rosto e do pescoço. Mesmo a Sedam ficando a poucos metros do quartel do Corpo de Bombeiros, não houve tempo para que a vítima fosse socorrida.

Viúva de um comprador de gado executado quase da mesma forma, Lucilene ocupava cargo comissionado na Sedam. Especulações em Cerejeiras levantam a possibilidade de o crime anterior estar ligando a um suposto “racha” entre um grupo que atuava no mesmo segmento e do qual a primeira vítima faria parte.

O casal, que aparece junto na foto que ilustra esta reportagem, deixa uma filha menor de idade. O site segue acompanhando os desdobramentos do crime.

Até o momento, nem a secretaria de Desenvolvimento ambiental (Sedam) ou a Polícia se manifestou sobre a execução de Lucilene no local de trabalho.

Fonte: Folha do Sul

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