VILHENA – O corpo do homem que morreu neste domingo preso às ferragens de seu Fiat Uno ao bater em duas carretas, na nova Br364, no trecho entre Vilhena e Pimenta Bueno, teve de ser sepultado em caixão lacrado, qual as condições em que ficou ao ser retirado do que sobrou do carro. Ele voltava de uma temporada-despedida na casa de uma irmã que mora em Cabixi, onde ele passou 15 dias, e voltava para casa quando se envolveu no acidente fatal no corredor da morte de Rondônia.
O nome dele é Dimarcy Ferreira de Souza, tinha 71 anos e era pioneiro em Rondônia, morando atualmente na entrada da cidade de Nova Horizonte, próximo a Rolim de Moura. O sepultamento aconteceu hoje, em Novo Horizonte, e com o caixão lacrado, devido ao corpo ter ficado irreconhecível.

Dimarcy Ferreira de Souza havia passado os últimos 15 dias na casa da irmã, em Cabixi, e estava viajando sozinho, de volta para a Zona da Mata de Rondônia, quando se envolveu na fatalidade. Ele era o mais velho dos filhos de um casal goiano, que chegou em Rondônia no início da década de 1970, estabelecendo-se em Cacoal, que ainda era distrito naquela época.
De acordo com um sobrinho do ex-pecuarista, ele passou a morar em uma chácara na entrada de Novo Horizonte após a aposentadoria. Ele era viúvo e não deixou filhos biológicos.
Como foi
O entrevistado disse que o tio se envolveu em um acidente com três carretas naquele trecho da rodovia: ele conseguiu ultrapassar a primeira, mas bateu na segunda e depois atingiu de frente a terceira, em uma curva da BR.
Fonte: Da redação Folha do Sul









