PORTO VELHO – De um lado da fronteira, ignorância, leis que só protegem os grandes interesses internacionais, guerra aberta com o uso de forças policiais, incluindo a Polícia Federal, contra famílias de pequenos garimpeiros. Bombas, armas pesadas, helicópteros e policiais treinados contra pessoas simples, desarmadas, apavoradas. Este é o cenário do lado brasileiro da fronteira, com a política de destruição do atual governo.
O outro lado do rio Guaporé é totalmente diferente. Quem sai do Forte Príncipe da Beira e passa para o território da Bolívia, vê oficinas onde estão sendo construídas dragas e balsas, exatamente para incentivar o garimpo de ouro, que nossos vizinhos também possuem, embora não tanto quanto o temos.

Financiada pelo governo boliviano, empresas, inclusive estrangeiras, estão fabricando dragas e balsas para a garimpagem nos rios próximos, enquanto no Brasil, para atender a pressão das ONGs internacionais e os interesses estrangeiros que elas defendem e em nome do ambientalismo que impede que qualquer negócio floresça na Amazônia, nosso governo, enquanto o governo brasileiro usa métodos do ecoterrorismo para incendiar propriedades dos garimpeiros.
Estamos impedindo que os brasileiros desta região progridam, usufruindo do que é deles, ou seja, as riquezas minerais que abundam e que poderiam ter nos tornado um país rico e uma Amazônia desenvolvida, com uma convivência harmônica entre crescimento e preservação.
Um dos maiores defensores da Amazônia, o ex-ministro e hoje candidato à Presidência da República, Aldo Rebelo, já denuncia há muito tempo que nossa região se tornou “um Estado paralelo das ONGs internacionais” e que “o crime organizado é o segundo Estado paralelo, embora o mais dominador seja o das ONGs, porque são elas que governam a Amazônia de fato”!
Há alguém que conteste esta afirmação e que não seja defensor de teorias absurdas e superadas, que o Brasil ainda abraça? E as nossas forças policiais, que deveriam estar em peso atacando o crime organizado, as facções e o tráfico de drogas, que dominam a região, ao invés de guerrearem contra famílias simples e pobres, inclusive destruindo e queimando a casa delas?
Espera-se que este reino do terror contra quem quer apenas sobreviver acabe logo. E que o Brasil volte a ser uma verdadeira democracia, onde quem trabalha e produz seja valorizado. O pesadelo, felizmente, parece que está perto do fim!
Fonte: Do blogopiniaodeprimeira









