PORTO VELHO – O Centro de Medicina Tropical da Amazônia (Cemetron), tem 67 leitos clínicos e 17 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), preparados para pacientes com a COVID-19. Neste domingo 26, a unidade registra 40 pacientes internados. Sendo 16 positivos para COVID-19, 20 suspeitos internados e 4 casos descartados aguardando alta ou transferência.
De acordo com a diretora do Cemetron, Estella Zimerlan, o grande número de suspeitos faz com que a ocupação do hospital fique consideravelmente comprometida, pois não se pode misturar suspeitos com confirmados.
“Nós temos enfermarias de 2 e 4 leitos. Quando o paciente chega no hospital e ele é suspeito do novo coronavírus, ficamos aguardando o resultado do exame para diagnosticar se ele realmente tem a covid-19 ou influenza, porque pacientes suspeitos precisam ficar isolados”, explica a diretora.
E ela completa: “entāo, cada enfermaria só pode ser ocupada por um paciente. Portanto, uma ou duas alas do hospital ficam isoladas para pacientes suspeitos e em outra enfermaria ficam todos os positivos para COVID-19”.
A gestão de leitos, ou seja, o remanejamento dos pacientes, é feito conforme os exames do Lacen vão sendo liberados em um prazo de 24 horas.
Atualmente, o Cemetron já utiliza os leitos de retaguarda da Assistência Médica intensiva (AMI), que neste domingo 26, registra 6 pacientes internados com a COVID-19.
Fonte: Ascom/Sesau-RO









